2015 – Semana 15: “Tu sabe o nome que se dá a quem gosta de pessoas iguais, John?” “Amor?”

0
9
views

Olá amigos,

Essa semana começo com uma notícia emocionante e uma lição de vida aprendida com um garoto de oito anos.

Mesmo o texto tendo ficado um pouco grande, fiz questão de reproduzir o diálogo dos dois e creio que vale a pena ser lido.

No final da semana passada foi a comemoração da sexta-feira santa que se comemora a paixão de Cristo, o sábado de aleluia onde acontece a tradição de malhar o Judas e o domingo de páscoa.

Duas notícias nos surpreende positivamente, uma é a inclusão de um beijo homossexual durante a encenação da paixão e morte de Cristo. Antes que os mais os cristãos sintam-se ofendidos, vale lembrar que a homossexualidade na antiguidade era algo natural e comum e na cena não acontece entre nenhum cristão da época.

A outra notícia é que em Fortaleza malharam o Judas homofóbico. Um ótimo exemplo em tempos tão difíceis com tudo o que acontece no Brasil de norte a sul e no congresso nacional.

Há diversas notícias do Brasil e do mundo, mas selecionei uma notícia muito legal para encerrar nossa atualização semanal dos acontecimentos mundiais. No Rio de Janeiro um jovem publicou uma foto e com um humor muito inteligente, chama a atenção para a homofobia.

JOVEM REVELA QUE É GAY AO IRMÃO DE 8 ANOS EM RELATO EMOCIONANTE

O porto-alegrense Lucas Vasconcellos, de 23 anos, postou um texto nas redes sociais que emocionou a todos. Nele, o jovem escreveu um relato sobre como contou ao irmão mais novo, de apenas oito anos de idade, que é gay. O post do ex-estudante de Letras e Fonoaudiologia, feito no dia 12 de março, tem mais de 4,4 mil curtidas e 600 compartilhamentos.

Por mais que a decisão não tenha sido fácil, Lucas resolveu ser claro e objetivo com seu irmão. A conversa teve início quando os dois assistiam a um programa infantil em que duas amigas dão um “selinho”. Com isso, o jovem fez uma analogia entre as cores para fazer a revelação à criança.

No momento em que passava o programa, o irmão mais velho colocou a televisão no mudo e disse: “Cada um tem suas cores. Há quem gosta mais de preto, ou branco, ou azul. E isso faz o mundo mais legal. Tu sabes o nome que se dá a quem gosta de pessoas iguais? Homens que gostam de outros homens, e mulheres que gostam de outras mulheres?”. Então, o menino respondeu: “Amor?”, fazendo com que saíssem lágrimas dos olhos de Lucas.

Os irmãos não moram juntos, pois a relação de Lucas com os pais é complicada e ele resolveu viver na casa dos avós paternos. O post teve a aprovação de muitos leitores, embora outros tenham respondido ao relato com comentários negativos. Com o texto, o jovem quis alertar sobre a necessidade de abolir o “discurso de ódio” presente na sociedade atual.

O porto-alegrense, que deixou as duas faculdades que iniciou, quer ser escritor, de preferência ligado à causa LGBT.

Confira o depoimento de Lucas na íntegra:

“Hoje eu contei para o meu irmãozinho que eu era gay.

Após muitos anos desde que descobri a respeito da minha sexualidade, sobre o gênero que desperta uma paixão realmente autêntica em mim, finalmente cheguei a decisão de confiar a minha realidade a essa pessoinha com quem mais me importo na vida.

Dividi isso de maneira bem pedagógica, tentando criar uma analogia sobre as pessoas e suas cores favoritas. Dizendo que têm pessoas que gostam mais de preto, ou branco, ou azul, ou amarelo, ou vermelho; explicando sobre o quão legal isso fazia do mundo. Que todos podemos gostar de cores diferentes, e ainda assim sermos felizes e respeitados ao colorir nosso mundo com elas.

Ele parecia saber que eu ia confessar algo. Mergulhou num estado quieto e pensativo durante a explicação inteira, e então, por fim, resolvi assumir minha sexualidade. Ele continuou me olhando, bem calmo e sorrindo, tão natural, e eu o questionei:

“Tu sabe o nome que se dá a quem gosta de pessoas iguais, John? Homens que gostam de outros homens, e mulheres que gostam de outras mulheres?”

Eu estava preparado para soltar a palavra “gay”, já na ponta da língua quando ele simplesmente me escancara a verdadeira resposta:

“Amor?”

E então eu chorei.

“Não chora”, ele disse me abraçando.

Ele me olhou com aqueles olhos, cheios de inocência e de mesmo tons que os meus, e eu senti que pela primeira vez ele me enxergava como eu realmente era. Um irmão que ele amava, um amigo que ele jamais perderia e, mesmo uma pessoa qualquer com uma preferência diferente por quem se apaixonar, ainda assim uma pessoa igual a qualquer outra.

Eu soube disso pela resposta dele. Pela bondade em cada palavra. Uma criança de oito anos de idade soube encarar algo tão natural com mais maturidade que muito adulto. Mais que meus próprios pais, inclusive, que sempre me negaram o direito de confidenciar isso ao meu irmão.

Aproveitem pra aprender da pureza deles, que a maioria esquece ao crescer, pois eu acho que as maiores verdades dessa vida estão no coração dos pequenos.

E a vida continua como se nada tivesse mudado.

E do fundo do coração, eu agradeço por isso.”

Via

 

BEIJO GAY NA PAIXAO DE CRISTO

A Via-Sacra de Limeira, que apresenta os últimos momentos, a crucificação e a ressureição de Jesus, comemorou 25 anos de apresentação.

Nesse ano na cena onde a exibição da sedutora Salomé, desejada por seu tio – rei Herodes – a quem exigiu a cabeça de João Batista em troca de sua dança, o rei da um selinho em um dos dançarinos.

O beijo não passou despercebido pelo público, mas a reação foi com respeito.

Via

 

GRUPO PROMOVE QUEIMA DO JUDAS HOMOFÓBICO EM FORTALEZA

A malhação do Judas continua sendo uma tradição no Ceará. Em Fortaleza, o grupo Família do Judas do Benfica resolveu aproveitar essa tradição para debater um assunto muito atual: a homofobia. Eles confeccionaram um boneco que foi batizado de Fura-bolo, o Judas homofóbico.

“Nessa brincadeira, vamos malhar a homofobia, que é uma atitude de pequenez do homem. Todos somos iguais e buscamos sempre o melhor para nós. A mensagem da queimação desse Judas é a de que a felicidade deve prevalecer”, afirmou o artista plástico Sérgio Marques, um dos organizadores do evento.

Via

 

GOVERNO DO DF VAI REALIZAR PRIMEIRO MUTIRÃO DE CASAMENTO GAY

O desejo de dezenas de casais homoafetivos de oficializarem a relação deve se tornar real em maio, na capital federal.

A Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania (Sejus) realizará o primeiro mutirão de casamentos entre pessoas do mesmo sexo, pelo Programa Alma Gêmea.

A previsão da pasta é que cerca de 100 casais participem. A data e o local do evento ainda estão sendo definidos, mas as inscrições já foram encerradas. O projeto, voltado para comunidades carentes, custeia todos os gastos da cerimônia — desde o cartório até o maquiador e o fotógrafo.

Via

 

MAIORIA DOS POLÍTICOS CONSERVADORES NÃO ASSINA DOCUMENTO CONTRA UNIÃO GAY

Apenas 57 dos 299 membros do Congresso do país que fazem parte do Partido Republicano assinaram um documento em oposição à união homossexual que foi entregue na Suprema Corte dos Estados Unidos.

Já do lado contrário, 211 dos 232 membros do Partido Democrata, os mais liberais, assinaram outro documento em favor da igualdade de direitos para os homossexuais.

A Suprema Corte norte-americana começa em 28 de abril a decidir sobre o futuro do casamento no país. Atualmente, 36 Estados e mais Washington D.C. autorizam essas uniões. O poder mais alto da justiça do país vai decidir se todos os 50 Estados deverão reconhecer ou não a união gay.

Via

 

CURITIBA GANHA O PRIMEIRO CORAL GAY DO BRASIL

Curitiba tem o primeiro coral gay do Brasil há quatro meses e o grupo já se apresentou no dia 30 de março. O maestro Fábio Gottschild comanda o projeto.

O grupo conta hoje com 15 integrantes e está em busca de novos membros. A intenção do maestro é compor os naipes com até 50 vozes. Para integrar o coral não é preciso ter experiência ou conhecimento em música e canto, basta apenas disposição para aprender. A participação é gratuita. Os ensaios acontecem aos sábados das 10:30 às 13hs Na Catedral de São Tiago, espaço cedido pela Igreja Anglicana de Curitiba.

Via

 

REGRAS DO MUNDO REAL DEVEM VALER PARA A INTERNET

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Ideli Salvatti, defendeu hoje (7) que as regras do mundo real têm que valer para o ambiente virtual, durante o lançamento do Pacto pelo Enfrentamento às Violações de Direitos Humanos na Internet.

“A cultura da paz, do respeito, da solidariedade e da valorização da vida tem que valer e ser prioridade no mundo real e também no mundo virtual. Se é crimeoffline, também é crime online. A regra social que deve ser respeitada na rua deve ser respeitada também na rede. Se no [mundo] real não pode, no [mundo] virtual também não. Até porque a separação entre essas duas situações é cada vez mais tênue”, disse Ideli.

O governo federal lançou hoje campanha nas redes e nas mídias para combater o racismo, a homofobia, pornografia infantil, violência e discriminação contra as mulheres e a intolerância religiosa.

A principal iniciativa do pacto é o site Humaniza Redes que conta com canal de denúncias para crimes online que violem os direitos humanos. As denúncias serão encaminhadas às empresas provedoras de serviços na internet e à Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.

A ministra lembrou que casos de suicídio ou tentativa de suicídio de adolescentes provocados pelo cyberbullying ou imagens e vídeos de violência sofrida por crianças, jovens, mulheres, pessoas negras, pobres, LGBT, por pessoas com deficiência são situações inadmissíveis.

A portaria interministerial do pacto foi assinada pelos ministros da Educação, Renato Janine; da Justiça, José Eduardo Cardozo; das Comunicações, Ricardo Berzoini; da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Ideli Salvatti; da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, e da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Nilma Gomes.

Via

 

OBAMA DEFENDE FIM DOS TRATAMENTOS PARA A HOMOSSEXUALIDADE

A Administração de Barack Obama condena as terapias de “conversão”, também conhecidas como “de reparação”, afirmando a sua oposição a todo e qualquer tratamento que tenha por objectivo mudar a identidade sexual de uma pessoa.

“A esmagadora maioria das provas científicas demonstram que a terapia de conversão, especialmente quando é praticada em jovens, não é nem médica nem eticamente apropriada e pode causar danos substanciais”, afirma numa declaração Valerie Jarrett, conselheira da Casa Branca. “No âmbito da nossa dedicação à proteção da juventude americana, esta Administração apoia os esforços para banir o uso de terapias de conversão de menores.”

Esta posição surge em resposta a uma petição online que pede a proibição destas terapias e que já foi assinada por 120 mil pessoas. O apelo foi inspirado por Leelah Alcorn, uma transgênero de 17 anos que se suicidou em Dezembro.

“Nós partilhamos as vossas preocupações sobre os efeitos potencialmente devastadores nas vidas dos jovens transgênero, gays, lésbicas, bissexuais ou queer”, diz Jarrett, em resposta à petição. Antes, a conselheira de Obama falou com os promotores do abaixo-assinado. “Ela ouviu as suas histórias pessoais sobre a importância desta questão e agradeceu-lhes os seus esforços”, disse ao jornal The Washington Post um responsável da Casa Branca que pediu anonimato por estar a descrever uma conversa privada.

Alguns grupos conservadores e médicos religiosos apoiam as terapias psiquiátricas de conversão. “Nós acreditamos que a mudança é possível. As pessoas vão à terapia porque querem mudar, porque realmente funciona”, disse ao New York Times David Pickup, que exerce terapia familiar na Califórnia e no Texas.

“Há muitos psiquiatras, psicólogos, conselheiros e terapeutas que têm relatado sucesso no tratamento de doentes por atracção não desejada pelo mesmo sexo”, escreveu recentemente Peter Spring, do Family Research Council, um grupo de lobbying de cristãos conservadores.

Já o Exodus International, um dos principais defensores destas terapias, fechou as portas em 2013 e pediu desculpas aos gays pelo mal que lhes tinha provocado.

Risco de depressão ou suicídio

Grupos de ativistas pelos direitos dos gays, assim como organizações de profissionais da saúde mental, como a Associação de Psiquiatras da América, defendem que estas práticas aumentam o risco de depressão ou suicídio. Os estados da Califórnia e de New Jersey proibiram estas terapias, mas há estados como Oklahoma onde está a ser estudada legislação para proteger estas práticas de futuros processos judiciais.

Jarrett, e através dela, o Presidente, não chega a defender que o Congresso legisle para impedir estas terapias em todo o país, mas os ativistas não deixaram de aplaudir a tomada de posição. “Ter o Presidente Obama e o peso da Casa Branca a juntar-se aos nossos esforços para banir a terapia de conversão é crucial na luta pelos jovens transgénero e LGBT”, disse Mara Keisling, directora-executiva do National Center for Transgender Equality.

Obama tem feito dos direitos dos gays e transgênero uma das marcas da sua presidência: as Forças Armadas puseram fim à proibição de aceitar soldados assumidamente gays; o Departamento da Justiça opôs-se à proibição pelos tribunais do casamento entre pessoas do mesmo sexo e Obama assinou uma ordem executiva que obriga as empresas contratadas pelo Governo federal a terem políticas que impeçam a discriminação contra os homossexuais.

Leelah Alcorn, a adolescente que se suicidou, deixou uma nota que se tornou viral, explicando a sua decisão com anos de luta com os seus pais, cristãos rigorosos que recusaram sempre reconhecer a sua identidade feminina. “A única forma que tenho para descansar em paz é se um dia as pessoas transgênero não forem tratadas como eu fui…”, escreve, no fim do texto. “A minha morte tem de ter algum sentido. Resolvam os problemas da sociedade. Por favor.”

Via

 

FRANÇA DERRUBA PROIBIÇÃO DE GAYS DOAREM SANGUE

A França derrubou a proibição a homossexuais do sexo masculino doarem sangue. Até agora, quando um homem respondia no questionário antes da doação que era gay, ele era imediatamente impedido.

A proibição era relacionada ao HIV. A contaminação entre gays seria 65 vezes mais alta que entre héteros. As lésbicas não sofriam nenhuma restrição à doação.

Mas ainda haverá diferenças entre doadores gays e héteros. Gays poderão doar desde que tenham tido um único parceiro nos últimos quatro meses.

No Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Austrália a doação de sangue de homossexuais é permitida se houver um ano de abstinência sexual. No Canadá, as regras são ainda mais rígidas e é exigido cinco anos sem relação sexual.

Via

 

SILÊNCIO SOBRE EMBAIXADOR HOMOSSEXUAL MANCHA IMAGEM DE TOLERÂNCIA DO PAPA

O Vaticano ainda não respondeu à nomeação de Laurent Stéfanini para o cargo de embaixador francês na Santa Sé.

O pedido de confirmação já foi enviado no dia 5 de Janeiro pelo Governo de Paris. O gabinete de imprensa do Vaticano recusou comentar o caso, mas o silêncio está sendo interpretado como uma maneira sutil – uma “maneira muito jesuíta”, nas palavras do Libération – de afirmar que a Santa Sé não vê com bons olhos o nome de Stéfanini por este ser homossexual.

Esperava-se que o pedido de aprovação da nomeação tivesse tido resposta à data de saída do antigo embaixador francês, em Fevereiro. Caso se confirme que o nome de Stéfanini tenha sido recusado pela Santa Sé devido ao fato de este ser abertamente homossexual – como já avançaram fontes anônimas do Vaticano à imprensa francesa e italiana –, o caso pode manchar a imagem de tolerância associada ao Papa Francisco.

Via

 

RESTAURANTE É ACUSADO DE HOMOFOBIA AO NEGAR PROMOÇÃO A CASAL GAY EM SP

Um casal homossexual alega ter sido vítima de discriminação em um restaurante de comida japonesa em Ribeirão Preto (SP). Segundo as jovens, um garçom que se apresentou como gerente do estabelecimento, negou a elas a promoção de um rodízio oferecido para casais e, de forma constrangedora, explicou que o desconto só valia para um casal formado por um homem e por uma mulher.

Ainda de acordo com as vítimas, o funcionário chegou a usar frascos de molho shoyu – um normal e outro light – para explicar que eram diferentes e que por isso seriam um casal.

O caso foi registrado na Polícia Civil como constrangimento não-criminal, e não ilegal. Uma denúncia foi feita à Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual, da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania.

O advogado do restaurante, Gustavo Defina, diz que houve um mal-entendido sobre a promoção. Segundo Defina, o estabelecimento sempre esteve aberto a todos os clientes, independente da orientação sexual de cada um.

Em nota divulgada no perfil no Facebook, o restaurante pediu desculpas ao casal envolvido e àqueles que se sentiram ofendidos com o fato, porque “errou ao realizar uma promoção que deu margem a interpretações homofóbicas e constrangedoras aos clientes e amigos”.

Via

 

PROTESTO EM RIO PRETO

Nesta segunda-feira (6), cerca de 100 estudantes da escola, em Rio Preto, fizeram um protesto em frente ao colégio contra a medida da escola, que suspendeu os alunos por três dias por se beijarem no banheiro da escola. O protesto começou por volta das 6h50 e se estendeu até o início das aulas. Os alunos levaram cartazes e também a bandeira do arco-íris, que representa o movimento gay no país, e distribuíram corações feitos com papel cartolina.

Dois rapazes, de 17 anos e o outro de 16, foram flagrados se beijando no banheiro da Escola Estadual Monsenhor Gonçaves em Rio Preto. Um outro estudante teria visto e avisado a direção que decidiu suspender os dois alunos.

Eles contaram aos colegas que foram ainda convidados a se retirar da escola.

De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, a conduta da direção da escola vai ser investigada. Se forem comprovadas as denúncias, os responsáveis serão punidos. A secretaria garantiu ainda que nenhum dos alunos terá o direito à educação prejudicada. A Secretaria da Educação disse ainda que a direção, os pais e os alunos serão chamados na escola na semana que vem para discutir o caso.

Via

 

ALUNOS DENUNCIAM PROFESSOR DA UFMG QUE TERIA CONDENADO HOMOSSEXUALIDADE

De acordo com os relatos, o professor teria demonstrado reprovação à existência de homossexualidade e lesbianeidade e enaltecido a heterossexualidade como algo “desejável e correto”. Alguns alunos que deixaram a sala no momento teriam sido chamados de “vagabundos” pelo professor, que teria ainda intimidado uma aluna que denunciou a história no Facebook.

A direção da faculdade tentou tentado abafar o caso, mas a reitoria informou que está analisando o pedido para definir qual procedimento será tomado.
No documento, alunos e professores pedem a instauração de um processo administrativo disciplinar para apuração do que chamaram de uma sucessão de atos de discriminação, “lesbo-homofobia, autoritarismo, tentativas de silenciamento e desvios de funções”, que teriam ocorrido no fim de março.

Enviada anteontem para o reitor e a vice-reitora da universidade, a petição é assinada pelo Centro Acadêmico Afonso Pena (Caap) – do curso de direito –, pelo Centro Acadêmico do Curso de Ciências do Estado (Cace) e por cinco professores, sendo três da Faculdade de Direito e dois da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas.

Via

 

INTERNAUTA PUBLICA FOTO DE ‘ABSURDO’ NO METRÔ DO RJ PARA ALERTAR CONTRA HOMOFOBIA

 

Um usuário do Facebook ganhou destaque nesta segunda-feira (6) pela publicação de um post com a foto de um casal gay no metrô do Rio, ironizando a homofobia. A publicação do internauta Nelson Felippe trazia uma foto com duas meninas abraçadas em primeiro plano e uma mensagem sobre o quanto considerava a cena “absurda”.

Quem não seguir a leitura até o fim, pensará que trata-se de uma declaração preconceituosa. “Eu me recuso a ver uma cena como essa e considerar algo normal. As pessoas deviam se preservar. Estão desafiando as convenções sociais. Como vai ficar a cabeça de uma criança que vê essa cena todo dia?”, publica.

Ao final do texto, o internauta explica a real intenção do post, que sinalizava sobre a necessidade de se esperar o metrô atrás da faixa amarela. “As crianças vão achar que é normal esperar o metrô em cima da faixa amarela. Siga o exemplo das meninas. Espere o metrô antes da faixa, e só cruze depois que o metrô estiver parado e com as portas abertas”.

Em reportagem para o jornal O Globo, Nelson diz que a intenção era chamar atenção, com humor, para o absurdo que é considerar nocivo uma demonstração de afeto entre casais, seja gay ou heterossexual.
Em pouco tempo, o post caiu nas graças da internet e se tornou viral. Foram necessárias menos de 24 horas para a brincadeira ser compartilhada mais de 13 mil vezes. Já são mais de 40 mil “curtidas”.

Via

 

Não percamos as esperanças, com atitudes como a desse jovem e resposta como a do garoto de oito anos que já sabe que homossexualidade também é amor, um dia a humanidade limpará desse planeta a homofobia e o preconceito.

Abraços, Sam.

Deixe uma resposta