2015 – Semana 16: “A união civil entre pessoas do mesmo sexo não é uma questão religiosa”

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Olá amigos,

Esta semana começo com duas notícias que tem origem nos líderes religiosos da igreja católica.

A primeira é uma resposta do Padre Fabio de Melo ao ser questionado sobre o casamento homossexual e a segunda é o tema da Parada Gay de Maringá que se inspirou em um frase do Papa Francisco.

E como há alguns anos atrás respostas como a deles eram impensáveis, isso traz não só uma luz no final do túnel mas uma grande estrela.

 

PADRE FABIO DE MELO DIZ QUE CASAMENTO GAY É UMA QUESTÃO DO ESTADO

Respondendo mais uma vez ao questionamento sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o padre Fabio de Melo publicou em seu Twitter as frases:

“A união civil entre pessoas do mesmo sexo não é uma questão religiosa. Portanto, cabe ao Estado decidir.
As igrejas não podem, por respeito ao direito de cidadania, privar as pessoas, que não optaram por uma pertença religiosa, de regularizarem suas necessidades civis. Se duas pessoas estabeleceram uma parceria, e querem proteger seus direitos, o Estado precisa dar o suporte legal.
São situações que não nos competem. A questão só nos tocaria se viessem nos pedir o reconhecimento religioso e sacramental da união.
Portanto, vale a regra de Jesus: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus!” Mc 12, 17
Para encerrar. O cristianismo nunca foi vivo e convincente como nos primeiros séculos, período em que vivia apartado do Estado.”

Várias pessoas comentaram suas frases o parabenizando pelo bom senso.

Nós também o parabenizamos e esperamos que seu entendimento se espalhe pelos demais religiosos que insistem em misturar Estado e religião.

Via e Via

 

FRASE USADA PELO PAPA É TEMA DE PARADA GAY EM MARINGÁ

A Associação Maringaense de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (AMLGBT), divulgou na tarde da sexta-feira (10) o tema da quarta edição da Parada LGBT de Maringá. “Quem sou eu para julgar?”, frase dita pelo Papa Francisco em junho de 2013 em coletiva à imprensa durante o voo que o levava de volta a Roma depois de participar da Jornada Mundial da Juventude, no Brasil, foi escolhida como o tema do evento, que encerra as atividades da IV Semana Maringaense de Combate a Homofobia.

Questionado por jornalistas sobre um suposto lobby gay no Vaticano, Francisco respondeu: “Se uma pessoa é gay e procura Deus e tem boa vontade, quem sou eu, por caridade, para julgá-la? O catecismo da Igreja católica explica isso muito bem. Diz que eles não devem ser discriminados, mas integrados à sociedade”.

A IV Parada LGBT está marcada para o dia 17 de maio, a partir das 14 horas, com concentração no Centro de Convivência Renato Celidônio, ao lado da Prefeitura.

Via

 

PRESIDENTE DO CHILE ASSINA LEI QUE AUTORIZA UNIÃO CIVIL GAY

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, assinou, na segunda-feira, 13, a lei que garante a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

Em janeiro nós, do Chilliwiki, publicamos o resultado da votação pelo congresso do país com 86 votos a favor, 23 contra e duas abstenções.

Via

 

HILLARY CLITON LANÇA SUA PRÉ-CANDIDATURA

Essa semana o destaque internacional ficou com o lançamento da candidatura de Hillary Cliton à presidência do EUA.

O vídeo de lançamento da campanha foi dedicado à minoria. Mulheres responsáveis pela família, latinos, negros e gays.

É a primeira vez na história que um pré-candidato a presidência da nação mais importante do mundo incluir os gays em seu programa de governo.

Mas se Hillary vencer também será a primeira mulher a governar os EUA.

 


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PERU ARQUIVA PROJETO DE UNIÃO CIVIL GAY

O Congresso peruano arquivou de forma definitiva o projeto sobre união civil gay, na terça-feira, 14.

“Por grande maioria a Comissão de Justiça rejeitou o pedido de reconsideração sobre a União Civil, que só obteve dois votos a favor”, informou o presidente da comissão, Juan Carlos Eguren, em sua conta no Twitter.

Segundo ele, o projeto foi apresentado pelo deputado Mauricio Mulder e já havia sido barrado em março passado. O congressista Carlos Bruce afirmou, à agência Efe, “que conservadores negaram aos gays e às lésbicas os direitos que todos os outros têm e continua a existir uma situação de injustiça”.

No último fim de semana, milhares de pessoas foram às ruas da capital peruana, Lima, para pedir igualdade de direitos aos LGBT. No mês passado, no entanto,outras milhares protestaram publicamente contra o aborto e a união gay.

Essa é a segunda baixa dos cidadãos arco-íris na América Latina essa semana. Há poucos dias, uma nova lei entrou em vigor na Nicarágua proibindo o casamento e a adoção por casais gays.

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VEREADORA QUER CRIAR DIA CONTRA A HOMOFOBIA EM LONDRINA

Projeto de lei de autoria da vereadora Elza Correia (PMDB) quer criar o Dia Municipal Contra a Homofobia em Londrina. A proposta foi discutida e aprovada em primeiro turno, durante a sessão de quinta-feira (16) da Câmara de Vereadores.

Para ser aprovado, projeto precisou passar por algumas modificações e o que antes era para ser o Dia Contra a Homofobia ficou como Dia Municipal de Luta Contra a Violência Motivada pela Homofobia e passará a ser comemorado em 17 de maio na cidade.

“Esta iniciativa tem por objetivo a promoção do direito à livre orientação sexual”, argumentou a parlamentar na justificativa anexada ao projeto de lei.

Conforme ela, o dia 17 de maio é emblemático para os movimentos que lutam por mais direitos aos homossexuais.

“Historicamente, no dia 17 de maio de 1990, a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade do rol de enfermidades, sendo que até então era considerada como doença ou perversão”, lembrou Elza no projeto. De acordo com ela, o referido ato reconheceu que a homossexualidade é um “estado mental tão saudável quanto a heterossexualidade, sendo um dos mais importantes marcos para o avanço da cidadania de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais” no país.

A proposta lembra, ainda, que o Dia Contra a Homofobia já é comemorado em mais de 20 cidades do país, entre elas Curitiba e Maringá.

Via e Via

ÁLBUM DE CASAMENTO GAY É ELEITO O MELHOR DO ANO EM PRÉMIO DE FOTOGRAFIA

Os noivos Thomas e Juca beijam-se durante o seu casamento, que ocorreu a 22 de Março de 2014. O álbum da cerimônia foi eleito o melhor do ano na edição de 2015 do prêmio Wedding Best, que distingue as melhores fotos de casamentos do Brasil.

As fotos são do fotógrafo Rafael Karelisky.

É a primeira vez que um álbum que retrata uma união homossexual vence o prêmio.

Para Karelisky, bicampeão do Wedding Best, é «uma coisa de outro mundo ser vencedor outra vez» e «muito importante» por ter sido com fotos de uma união gay.

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DEFENSORIA PÚBLICA DE SP VAI INVESTIGAR SE TRAVESTI PRESA SOFREU TORTURA

A defensoria pública de São Paulo vê indícios de tortura na prisão da travesti Verônica Bolina. Ela foi detida em flagrante, na sexta-feira (10), sob acusação de tentativa de homicídio, após briga com uma vizinha idosa, e levada para a carceragem do 2º Distrito Policial, no Bom Retiro, na região central de São Paulo, quando sofreu agressões físicas, já sob custódia do estado.

Apesar de estar sob custódia do estado, Verônica sofreu violações de direitos humanos ao dividir uma cela com homens e ser exposta de forma humilhante, o que contraria a resolução da secretaria nacional de Direitos Humanos, que determina celas exclusivas para homossexuais e travestis.

O advogado do Centro de Cidadania LGBT da Prefeitura de São Paulo, Thales Coimbra, esclarece sobre a resolução: “Determina que seja criada uma ala para LGBTs, para travestis e transexuais, e, de fato, ela ter sido colocada com outros prisioneiros viola a identidade de gênero dela”.

Para Thales, a exposição da imagem de Vêronica mostra que a sociedade brasileira tem dificuldade em respeitar os direitos da população LGBT.

“Independente daquilo que vai ser investigado e apurado, dos crimes que são imputados a ela, ela é uma pessoa, a imagem dela pertence a ela e ninguém tem o direito de expô-la, como foi exposta”, ressalta o advogado.

Na carceragem, Verônica teria arrancando um pedaço da orelha de um carcereiro, com os dentes, segundo a polícia.

Apesar de desfigurada, em depoimento gravado por celular, Verônica negou que tenha sido torturada por policiais.

“Não quero ser usada para fins políticos e não fui torturada. A única coisa que quero é ter a minha vida de volta. Só isso que eu quero”, disse.

O áudio foi gravado, e divulgado nas redes sociais, por Heloísa Alves, coordenadora de Políticas de Diversidade Sexual do Estado de São Paulo. Outro trecho desse mesmo depoimento mostra que a travesti estaria sendo orientada a dizer que não foi torturada.

Para o advogado, esse depoimento tem que ser visto com reservas, pois foi dado sem acompanhamento de um advogado escolhido por Verônica.

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TRANSEXUAIS SOFREM AGRESSÕES E ABUSOS DENTRO DE PENITENCIÁRIAS

Alvos de todos os tipos de abusos, elas não têm sua identidade reconhecida pelos agentes e são tratadas com agressões e violações de direitos.

Esta foi a constatação do relatório inédito feito pelo Núcleo de Defesa da Diversidade Sexual e Direitos Homoafetivos da Defensoria Pública, que ouviu 50 pessoas nos presídios Evaristo de Moraes, Esmeraldino Bandeira, Instituto Penal Plácido Sá Carvalho e Alfredo Tranjan (Bangu 2), entre fevereiro e março deste ano.

A coordenadora do núcleo, defensora Lívia Cásseres, relata que uma transexual entrevistada ficou três meses sem tomar banho de sol porque se recusava a ficar sem camisa. Outra disse que foi torturada por policiais.

“Ela conta que pediu auxílio aos agentes para ir ao hospital e, quando viram que era transexual, bateram muito nela. Então, a dor que ela tinha ficou pior ainda”, relatou.

Entre os problemas relatados, as transexuais têm seus cabelos raspados à máquina pelos agentes, são obrigadas a tomar banho de sol sem camisa — mesmo que muitas delas tenham próteses de silicone. Além disso, são forçadas a ficarem nuas nas revistas íntimas na frente de outros presos.

Os agentes também proíbem a entrada de hormônios (o que faz com que desenvolvam barba) e de produtos femininos, como maquiagem e esmaltes. As presas também são chamadas por seus nomes de batismo, masculinos, o que contraria a lei.

A transexual e ex-presidiária Maria Silva (nome fictício), que hoje é assessora parlamentar, ainda sofre com os traumas adquiridos pelas violações que sofreu nas prisões (ela esteve em seis unidades). Segundo Maria, a cada vez que era transferida, passava por um ‘corredor polonês’, para ser agredida pelos agentes.

“As trans eram as que mais apanhavam. Eles me derrubavam no chão e me chutavam. À noite, me colocavam em outra cela ‘para fazer a diversão dos presos’. A sorte era que os presos me respeitavam e não faziam nada. Os agentes são homofóbicos”, afirma.

De acordo com Maria, as transexuais tinham que se virar dentro das prisões para manter a sua identidade.

“Não dá para ser trans na prisão. Não podemos ter o mínimo de feminilidade. Para não entrar em depressão, usávamos lápis de cor como batom. Quando conseguíamos uma pinça, era uma felicidade”, lembra Maria, que ficou presa um ano e três meses, acusada de ser cúmplice de seu namorado em um roubo.

Protocolo de conduta será proposto

A defensora pública Lívia Cásseres vai propor à Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) um protocolo de conduta para lidar com transexuais, além de sugerir que entidades GLBT ligadas ao governo façam cursos de educação de agentes penitenciários.

Coordenador do Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento, disse que vai se reunir esta semana com a Seap para discutir o relatório. “Essas denúncias são muitos sérias.”

A assessoria da Seap respondeu que estão sendo elaboradas adequações, de acordo com a resolução dos conselhos nacionais. Informou também que está em negociação com a Uerj para a criação de um ambulatório para a manutenção do tratamento hormonal dos internos, prevista pelo SUS.

O defensor público-geral, afirmou que o secretário Erir Ribeiro manifestou preocupação com o tema. “Confio que ele dará o necessário tratamento”, disse.

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TRANSEXUAL SUPERA ABUSO DO PAI E VIRA EMPRESÁRIA MARCENEIRA DE SUCESSO

A transexual Nilce Clayr, de 45 anos, superou a infância traumática em Itapetininga (SP) e se tornou uma marceneira empresária bem-sucedida.

Ela, que sofreu abuso quando criança, afirma que se dedicou muito para se manter em uma profissão tão masculina.

“Fui abusada dos 9 aos 15 anos pelo meu próprio pai. Ele chegou a comprar uma cama de casal para que eu dormisse com ele no quarto, enquanto minhas duas irmãs dormiam em outro. Transformou-me na mulher dele depois que minha mãe saiu de casa para se prostituir, quando eu tinha 8 anos.”

Apesar das dificuldades encontradas logo cedo, a transexual encontrou na marcenaria, trabalho pesado que dá pouco espaço à feminilidade, uma oportunidade para ter uma vida confortável. Hoje, 23 anos depois de iniciar a carreira, tem o seu próprio negócio, comprou casa própria, carro e tem uma clientela fiel que só elogia o seu trabalho.

“Fui expulsa de casa no meu aniversário de 18 anos porque desde os 15 recusava a ter relações com meu pai, quando descobri que era errado. Apanhei bastante nesses três anos porque ele ‘bebia’. Quando atingi a maioridade, ele me disse que não tinha mais nenhuma responsabilidade. Fui embora levando só um colchão e fiquei em um cortiço onde dividia um único banheiro com oito famílias”, afirmou Nilce.

Para sobreviver, ela fazia bicos até conseguir um emprego em uma indústria da cidade. “Dois anos depois as coisas começaram a melhorar, mas quando comecei a tomar hormônios e ter seios, fui demitida da indústria, provavelmente pelo preconceito. Foi aí que surgiu a marcenaria na minha vida: trabalhei sem salário na oficina de um amigo por dois anos. Desde então nunca mais parei, amo o que faço e trabalho com muita honra”, conta a empresária.

Os obstáculos hoje em dia só valorizam as conquistas da marceneira, que tem clientes em toda região de Itapetininga. “Minha agenda sempre está lotada. Não tem faltado serviço, pois sempre quando acabo um, aparece outro. Sou muito cuidadosa, nunca me machuquei trabalhando em todos esses anos”, conta.

Apesar das dificuldades, Nilce diz que ainda tem vantagens por ser transexual. “É que as mulheres confiam mais em mim ao pedir um serviço do que se fosse para um homem, pois elas dizem que ficam mais à vontade. Aliás, nunca sofri preconceito por parte dos meus clientes.”

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HOSPITAL MÁRIO COVAS FARÁ CIRURGIA DE MUDANÇA DE SEXO PELO SUS

A partir do próximo mês, o Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, passará a realizar cirurgias de redesignação sexual, ou troca de sexo, para a população transgênero atendida pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

No Brasil, cinco instituições são autorizadas a fazer o procedimento: Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás; Hospital de Clínicas de Porto Alegre, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Hospital Universitário Pedro Ernesto, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro; Fundação Faculdade de Medicina, da USP (Universidade de São Paulo); e Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco.

O Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do CRT DST/Aids (Centro de Referência e Treinamento DST/Aids), na Zona Sul da Capital, será responsável por preparar pacientes para a cirurgia e encaminhá-los ao Mário Covas. Conforme preconiza o Conselho Federal de Medicina, quem deseja realizar esse tipo de cirurgia necessita de acompanhamento multiprofissional por pelo menos dois anos antes da ação.

Atualmente, passam por este processo no CRT DST/Aids cerca de 2.000 pessoas. Do total, 300 estão preparadas para a cirurgia. A primeira feita no hospital andreense ocorrerá no dia 6 de maio.

“Como a gente tem um pequeno número de hospitais que realizam esse procedimento, a entrada do Mário Covas é de fundamental importância para a população de travestis e transexuais do Estado, pois vai melhorar muito a qualidade de vida desse público”, salienta a diretora do CRT DST/Aids, Maria Clara Gianna. “Essas pessoas já passam por processo social de grande exclusão. Na medida em que a gente permite que possam colocar-se socialmente de forma adequada e viverem a sua vida plenamente, o retorno é bastante significativo”, garantiu.

Para as mulheres transexuais (mudança de homem para mulher), a cirurgia envolve essencialmente a reconstrução dos genitais, embora outros procedimentos possam ocorrer. Em muitos casos, algumas transexuais decidem não se submeter à cirurgia de redesignação genital. Já nos homens transexuais (alteração de mulher para homem), compreende conjunto de cirurgias, incluindo remoção dos seios, reconstrução dos genitais e lipoaspiração.

Portaria do Ministério da Saúde estabelece que a idade mínima para procedimentos ambulatoriais seja de 18 anos; já para cirúrgicos, 21.

Até 1997, cirurgias de mudança de sexo eram proibidas no Brasil, passando a ser autorizadas em 2008. Até 2014, foram realizados 6.724 procedimentos ambulatoriais e 243 procedimentos cirúrgicos via SUS.

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HOMEM TRANSEXUAL PODE VENCER CONCURSO PARA CAPA DA MEN´S HEALTH

O transexual Aydian Dowling, de 27 anos, está em uma disputa online para ser capa da revista Men’s Health de novembro. Liderando a votação do Ultimate Guy Search, o gato trans ficou famoso depois que postou um vídeo sobre a sua transformação de 4 anos no YouTube e depois uma foto pelado imitando o cantor Adam Lavine, no ano passado.

Para o título, ele conta que os exercícios mudaram a sua vida. Se escolhido, fará história, mas a decisão cabe ao júri da revista. “Embora possa estar sempre em lutar com o meu corpo, continuo a trabalhar todos os dias para encontrar paz”, afirmou ele. A revista, sobre fitness, é referência no mundo masculino das academias de todo o mundo.

Via

 

E sem perder as esperanças continuamos caminhando para dias melhores, para sempre.

Abraços, Sam.

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