Da obra para cama, um conto gay erótico entre dois gigantes

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Da obra para cama - Conto erótico gay

Da obra para cama é um conto gay erótico que narra a história entre dois homens grandes com muita vontade de apagar seus desejos numa relação de troca.

Da obra para cama

Vinicius nasceu em uma família de imigrantes nordestinos em São Paulo. Seu pai, Afonso, era mestre de obras, logo ele foi criado no meio às obras e aos peões.

Logo ao chegar à adolescência, percebeu que era diferente do que esperavam dele.  Sentia mais atração por homens do que por mulheres, mas era um segredo que jamais poderia vir a público.

Por crescer trabalhando no ramo da construção civil, aprendeu todos os trejeitos dos peões e com isso não despertava nenhuma dúvida sobre sua sexualidade.

No final do turno, aproveita os banhos coletivos para ficar de olho nos colegas e ouvir suas histórias de sacanagem. Sempre tinha um contador de vantagens e outro que ficava mais animado só de ouvir.

Ele sempre contava aventuras criadas na sua imaginação, o que ajudava os colegas a acharem que ele também era um pegador. Quando completou dezoito anos começou a frequentar as saunas e boates junto com os rapazes e acabava indo para o quarto com alguma garota, não que ele gostasse, mas aquilo era preciso para que a vida continuasse tranquila.

Trabalhava com eles seu Américo, um senhor de mais ou menos 45 anos, negro, alto, troncudo e que sempre tirava o sarro dos outros por já terem constatado que ele tinha o maior pênis do grupo. Quando saiam ficavam sempre curiosos para saber se seu Américo tinha conseguido ir até o fim, pois não eram todas as garotas que o aguentavam.

Em 2012 Américo pediu para Afonso contratar seu sobrinho, pois o mesmo estava vindo para São Paulo e precisava de uma oportunidade. Por se tratar de um ótimo funcionário e trabalharem juntos há tanto tempo, Afonso contratou o sobrinho sem nem o conhecer.

Quando Rafael chegou para o primeiro dia de trabalho, Vinicius ficou boquiaberto. Durante todo o tempo que trabalhara com o pai, nunca tinha visto um homem como aquele. Com 19 anos, Rafael tinha 1,92m, pesava em torno de 115kg, negro como a noite, olhos pretos e truculento como o tio.

Vinicius, em seus devaneios com os colegas ou com outros homens, sempre teve desejo de possuí-los, dominá-los e até humilhá-los, mas Rafael era grande demais para ele e, mesmo tendo os glúteos grandes, redondos e firmes, combinando com suas coxas grossas, além do desejo de possuí-lo, também cogitou a ideia de se perder naqueles braços grandes e malhados, não por academia, mas pelo trabalho árduo no campo.

No dia do “batismo” na boate todos aguardavam com a mesma ansiedade que esperavam o resultado do tio, pois durante os banhos já tinham visto que ele concorria “à altura” com o tio. Ao verem o casal sair do quarto sorrindo, sabiam que tudo tinha acontecido como tinha de acontecer.

Por terem quase a mesma idade, foi automática a aproximação dos dois em relação aos outros companheiros de trabalho. Sempre saiam juntos para festas e etc.

Em um final de semana combinaram de ir à praia. Pegaram o carro de Afonso e desceram para o litoral sul de São Paulo.

Já na primeira noite que estavam lá conseguiram uma festa para ir. Logo que chegaram foram percebidos pelas meninas, mais por causa do tamanho de Rafael, porém Vinicius também chamava a atenção.

Não demorou muito para que duas garotas estivessem agarradas em seus pescoços e aceitaram, sem muita cerimônia, a acompanhar os rapazes até a casa onde estavam hospedados.

Quando chegaram, cada um foi para um quarto com a garota que havia conquistado na festa e partiram para o que mais queriam, sexo.

Poucos minutos depois de entrarem nos quartos, a garota que estava com Rafael bateu insistentemente na porta do outro quarto chamando a amiga para ir embora. Rafael e Vinicius até tentaram convencer as meninas a ficarem, mas ela disse que Rafael não era um homem e sim um jumento e que ela não faria sexo com ele de jeito nenhum e, como tinham ido juntas, a amiga teria que ir embora com ela.

Não teve o que as convencessem e mesmo eles dizendo que não as levariam de carro embora, elas foram sozinhas e deixaram os dois na casa.

– Rafael seu jumento, você estragou a nossa noite.
– Não tenho culpa se a natureza foi generosa comigo.
– Mas não precisava ser tanto. Agora estou cheio de tesão e a mina foi embora.
– Se vira com cinco kkkkkkkk
– Hahahaha já que você é o culpado você deveria dar pra mim
– Ta louco?! Sai pra lá
– Sai pra lá o que maluco. Venho lá de Sampa pegar uma mina aqui e você espanta com esse seu trabuco fora do normal.
– Tu ta é com inveja te não ter igual ao meu.
– Inveja nada, o meu nunca assustou ninguém e sempre conseguiu o que queria. Tu ta me devendo essa negão, só vou me sentir vingado quando der umas bombadas no teu cu.
– Então tu não vai se vingar nunca. Vai tomar um banho de água gelada.

Vinicius foi para o quarto dele, mas o tesão agora era insuportável, imaginar pegando o Rafael era algo que o deixava sem pensar direito. Conforme as horas foram passando ele foi perdendo ainda mais o juízo até que não se conteve e foi até o quarto onde Rafael estava dormindo.

Entrou com todo o cuidado para não fazer barulho e viu Rafael deitado de bruços. Como a noite estava muito quente, ele dormia sem nada o cobrindo e com a janela aberta, o que permitia a luz da lua entrar e brilhar sobre sua pele negra.

Se o tesão já estava incontrolável no outro quarto, diante daquela visão era enlouquecedor. Vinicius foi se aproximando e constatou pela respiração do outro que ele dormia profundamente.

Sentou-se ao lado da cama e, enquanto apertava o pau com uma mão, a outra começou a deslizar sobre Rafael. Ele já não queria mais saber se poderia acordá-lo ou não.

Depois de acariciar as costas, as coxas, atreveu-se a contornar aqueles enormes glúteos. A sunga vermelha o deixava ainda mais sensual.

Não se conteve e levantou o elástico da cintura a fim de ver o que estava encoberto pela sunga, com a outra mão adentrou a sunga e os dedos percorreram o rego com poucos pêlos.

A loucura foi tanta que ele deitou-se sobre Rafael e começou a se esfregar, mas nesse momento não soube muito bem o que aconteceu. Quando deu por si estava embaixo de Rafael que o olhava com um olhar furioso.

– O que cê ta fazendo? Perdeu o medo de morrer?
– Calma Rafa.
– Rafa o cacete! Ta pensando que só porque é filho do patrão pode fazer o que quiser?
– Não é isso.
– Eu te mato filho da puta! Eu te mato!
– Calma, desculpa, eu perdi a cabeça
– Calma porra nenhuma. Se tu acorda com um marmanjo se esfregando em cima do teu rabo cê ia aceitar que ele te pedisse calma?
– Cara foi por causa do que aconteceu, eu perdi a cabeça, foi mal.
– Cara eu vou lá pra fora se não vou te quebrar na porrada. O que tu fez é imperdoável.

Rafael saiu batendo em tudo e foi para a varanda. Estava difícil Vinicius parar de tremer pelo susto e pelo medo de alguém descobrir o que tinha acontecido ali.

Depois de uns vinte minutos ele levantou e foi atrás do Rafael. Por mais que corresse o risco de apanhar ou qualquer coisa assim, precisava garantir que nada do que tinha acontecido sairia dali.

– Posso falar contigo?
– Cara sai daqui, não quero olhar na tua cara. Sou homem porra. Isso não se faz com ninguém, ainda mais um cara que tu diz que é amigo e tem maior consideração.
– Eu sei, mas eu estava muito puto da vida contigo e fui zoar com a tua cara, mas acabei me empolgando mais do que deveria.
– Vinicius some daqui, eu não vou conseguir me controlar mais eu vou partir pra cima de você.
– Cara você pode me bater, fazer o que quiser, mas isso jamais pode cair no ouvido de alguém. Virar motivo de piada no meio de uma obra, é a pior coisa que pode acontecer, eu já vi com outros caras e sei que não é fácil.
– E tu merece o que?
– Por isso eu to te falando, pode me bater, nunca mais olhar para minha cara, qualquer coisa, mas não conta isso para o meu pai, pro seu tio ou qualquer outro.

O silêncio fez os instantes tornarem-se eternos. Depois Rafael levantou foi para o quarto e bateu a porta. Não dava para saber o que aquilo significava, mas aquela era a única resposta da noite.

Vinicius não dormiu e levantou logo cedo. Comprou algumas coisas para o café, tomou café e foi andar na praia.

Quando voltou percebeu que o café não havia sido mexido, a porta do quarto de Rafael estava aberta, mas não o encontrou pela casa. Pensou até que ele tinha voltado para São Paulo.

Ficou ali sentado na varanda olhando a praia sem saber o que fazer, imaginando que em poucas horas Rafael chegaria e contaria tudo o que tinha acontecido e que sua moral estaria acabada.

Estava tão perdido em seus pensamentos que nem viu Rafael se aproximar.

– Cara acho melhor a gente voltar. A graça daqui já acabou.
– Pensei que você já tivesse voltado, não te encontrei aqui e você não tomou café.
– Estava dando uma volta. Eu não sei se vou perdoar o que tu fez, mas como tu sempre foi um cara legal comigo, não vou contar nada pra ninguém.
– Pô cara, te agradeço muito, valeu mesmo. Mas acho que a gente não precisa ir embora. Se quiser sair sozinho, curtir… de boa eu to tranqüilo.
– Ah cara não sei, o ambiente aqui não ta legal mais.
– Esquece isso, a praia ta cheia, logo tu vai ta com uma gata e nem vai mais lembrar disso.

Rafael acabou dando-se por vencido, tomou café e foi pra praia. Vinicius também foi, mas preferiu ir a outro ponto a fim de evitar o encontro.

Ficou sentando olhando o mar, pensando na vida, teve vontade mudar tudo, sair da casa dos pais, viver a própria vida do jeito que lhe desse mais prazer.

O sol já se punha quando ele chegou em casa. Estava com fome e foi procurar alguma coisa para comer. Quando estava acabando de preparar, Rafael entrou na cozinha.

– E ae, ta com fome? Eu preparo um lanche pra você também.
– Não, eu já comi.
– Faz tempo que tu ta aqui?
– Tem um tempo sim.
– O que foi? Ta meio pra baixo. Não conseguiu nenhuma gatinha?
– Você tem razão cara, ter o pau muito grande não é bom mesmo não. Trouxe uma gata pra cá, mas ela fugiu quando viu. Só puta mesmo que agüenta porque a gente paga.
– Pô cara, falei aquilo, mas não era para te deixar grilado.
– De boa, não se preocupa com isso não.

Vinicius continuou na cozinha e Rafael foi para o quarto. A vontade convidar para uma brincadeira entre os dois era muito grande, mas depois do que já havia ocorrido, não era nem possível tocar nesse assunto.

Quando já estava de noite, os dois estavam na sala vendo TV e passou algumas coisas sobre homossexuais no programa que estavam assistindo.

– Vinicius, você já teve vontade ficar com algum cara?
– Cê ta querendo saber se eu sou gay?
– Não. Não que você seja gay, sei que você curte mulher e tal, mas já teve vontade ficar pelo menos alguma vez com algum homem?
– Já, mas nunca fiquei. Mas isso é segredo absoluto.
– Por isso que tu foi pra cima de mim?
– Rafa eu não quero falar sobre o que aconteceu, eu estou muito mal com isso. Foi muita sacanagem com você.
– De boa cara, sou eu que estou perguntando.
– Mas você não é o primeiro cara que eu quis ficar.
– Mas você tem vontade dar ou comer o cara?
– Sempre quis comer os caras, mas só teve um que eu pensei em dar também. E você já quis ficar com algum cara?
– Não.
– Porque essas perguntas todas?
– Por causa do que passou aí e do que aconteceu.

Ficaram em silêncio por um instante…

– Vinicius se um cara falasse que está a fim de ficar com você, o que você diria a ele?
– Depende do cara.
– Um que você já teve vontade de ficar.
– Se nós dois estivermos afim, eu ia ver na hora, mas acho que ficaria sim com ele.

O coração de Vinicius já estava disparado. A respiração já estava ofegante e não dava mais para esconder o nervosismo. Era óbvio que o que ele tanto desejava estava para acontecer.

Ele apoiou a mão no sofá entre os dois e teve a resposta que esperava. Rafael também colocou a mão no sofá ao lado da dele.

– Cara, posso até deixar você me comer, mas depois eu vou querer também.
– Mas não sei se agüento seu trabuco.
– Mas eu quero pelo menos tentar.

Os dois foram para o quarto de Vinicius. Deitaram lado a lado na cama, olharam um nos olhos do outro, não sabiam se beijavam ou não.

Vinicius passou a mão por trás da cabeça de Rafael e depois acariciou seu rosto. Ambos fecharam os olhos e o beijo aconteceu suavemente.

Depois de muitos beijos, mas sem língua, Vinicius começou a descer pelo pescoço e depois pelo peito beijando e mordendo. A excitação de ambos era imensa.

A exploração pelo corpo de Rafael teve continuidade pelo abdômen e depois pulou para as coxas. As mordidas subiram em direção a virilha e depois pelo saco e pelo pênis por cima da sunga.

Era a realização de um sonho. Desde que o conheceu, Vinicius esperou pelo dia em que teria Rafael em sua cama a seu dispor.

Após tirar a sunga, o enorme pênis, grosso e com uma glande grande e bem vermelha estava teso. Só coube na boca pouco mais que a glande.

As chupadas desconexas no início foram ganhando ritmo e os gemidos do rapaz foram surgindo. Como o pênis não cabia inteiro na boca, Vinicius brincava em toda a sua extensão com a língua e chupava e engolia os testículos.

Rafael já estava quase chegando ao orgasmo quando Vinicius esticou bem sua perna direita para frente e levantou sua perna esquerda. Ao sentir a língua em seu ânus, uma arrepio correu-lhe a coluna, uma sensação estranha e diferente de prazer, quase uma agonia, uma vontade de gemer, um tesão até então não experimentado, mas muito bom.

Durante todo o tempo em que Vinicius ficou ali brincando com a língua em seu ânus e às vezes seu saco chegando a receber algumas chupadas antes da volta ao ânus, Rafael ficou tentando identificar o que era mais gostoso, aprender com aquele novo tesão.

Sentiu alguma coisa mais gelada em seu ânus e viu na mão de Vinicius o tubo de lubrificante. Viu Vinicius vestir a camisinha e passar lubrificante sobre seu pênis também.

– Cuidado, vai devagar. Seu pau também não é pequeno.

Vinicius o virou de bruços abriu bem suas pernas encostou o pênis. A vontade era enfiar de vez, bater naquela bunda grande, acabar com ele, mas sabia que poderia perder a chance de ter outras vezes, além disso, não poderia esquecer que Rafael era maior e mais forte que ele.

Foi bem estranho ter um pênis invadindo seu ânus. A vontade de mandar parar em principio foi grande, mas resolveu deixar mais um pouco para poder garantir sua vez.

Depois de sentir todo o pênis dentro do orifício quente e macio do amigo, Vinicius começou a aumentar a velocidade das estocadas. Valeu a pena esperar tanto tempo para comer um homem, ainda mais sendo aquele que ele tanto desejava.

Conforme as estocadas iam aumentando o prazer de ambos aumentava junto, e agora Rafael já não tinha mais vontade mandar parar e se assustou ao se ver apertando a mão do amigo e mandando ele ir mais forte e mais rápido.

Vinicius deitou-se sobre ele e atendeu aos pedidos do amigo e foi assim que não se conteve sentiu-se estremecer, todos os músculos do corpo se contraírem e sentiu a ejaculação sair dos testículos, percorrem todos os canais e explodir dentro da camisinha. Ficou ali deitado respirando ofegante, enquanto o suor pingava sobre as costas de Rafael.

– Cara que foda gostosa, confesso nunca tinha gozado desse jeito.
– Cara vou te falar uma coisa que fica só entre a gente, não achei que ia sentir tanto prazer dando o cu.

Ambos caíram na gargalhada e deitaram um ao lado do outro para descansar. Vinicius estava quase pegando no sono quando Rafael reclamou:

– Ei espertinho, não vai dormir não. Ainda tem a minha vez.
– Só vou dar pra você se você me deixar com vontade.

Rafael puxou o da cama e foram tomar um banho. Sentia uma coisa estranha no ânus, como se fosse um vazio, parecia que o pênis de Vinicius estivera ali o tempo todo e agora tinha saído e deixado aquela sensação ruim.

Durante o banho foram muitos beijos, carinho e realmente Vinicius voltou para cama mais animado. Deitou de barriga para cima e foi a vez de Rafael brincar com o corpo do companheiro.

Depois de tantos beijos por todo o corpo, finalmente foi à vez de o pênis ser chupado. Como Rafael nunca tinha imaginado fazer isso antes, também era uma sensação estranha, mas aquele dia era dia de descobertas.

Ficou por um longo período alternando entre o pênis e o saco, mas depois também correu com a língua um pouco mais abaixo do saco alcançando o orifício desejado.

Enquanto estava tendo o pênis e o saco chupados e lambidos, a sensação já era conhecida, mas ao toque da língua no ânus, Vinicius também conheceu sensações nunca antes imaginadas, e gostou.

Como desde que viu Rafael pela primeira vez, gostou de seus braços e peitoral, na hora da penetração preferiu a posição de lado onde ficou deitado de costa com a cabeça no braço e suas costas encostada ao peito e a barriga. Levantou a perna e pediu para que tudo fosse feito com a maior calma possível.

Por ter glande grossa, Rafael sabia que não entraria com tanta facilidade. O abraçou envolvendo em seus braços e deu uma estocada forte e certeira.

O grito e as lágrimas foram inevitáveis. O ânus ardeu como se tivesse sentado em cima de uma brasa e as contrações eram intensas e sem ritmo.

– Filho da puta cê ta me rasgando. Tira, tira eu não vou agüentar.
– Calma, já passou eu vou ficar quietinho até você se acostumar.
– Não vou me acostumar com isso, tira.
– Calma, depois que a dor passar você vai curtir.
– Curtir porra nenhuma.

Mas não tinha muito que ser feito. Estava preso naqueles braços enorme e qualquer movimento poderia aumentar a dor.

Passado alguns instantes, Rafael tentou se movimentar, como tinha aplicado muito gel, o pênis deslizou com facilidade.  Vinicius reclamou ainda um pouco, mas foi diminuindo a reclamação.

As estocadas foram aumentando, mas não podiam ser intensas. Rafael tinha noção do tamanho do seu pênis e mais que do que já estava acontecendo não poderia ser feito com o melhor amigo.

Apesar de ter adorado o ânus apertado e quente, Rafael não ficou muito tempo brincando com amigo. Retirou o pênis, tirou a camisinha e pediu para o amigo chupá-lo.

Com o sexo oral e a masturbação, não demorou muito para que ele gozasse fartamente.

Deitados lado a lado na cama, Rafael sorriu e falou:

– Estamos quites agora.
– Quites porra nenhuma, meu cu vai demorar uma semana pra fechar.
– Você me deve muito pelo que fez comigo.

Rafael sorriu, o abraçou e disse:

– Ta bom, ta bom, mas de vez em quando eu vou querer também.

Depois desse final de semana na praia as coisas mudaram muito. No trabalho ninguém percebeu nada porque os dois já eram muito amigos.

As garotas viraram diversões esporádicas, já que para o dia-a-dia, Vinicius não precisava mais ficar com quem não curtia tanto e Rafael aos poucos conseguiu quem o agüentasse de todas as formas que ele queria.

*Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.

**Imagem meramente ilustrativa.

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