Experimentando um escravo sexual, um conto gay erótico BDSM

1
19
views
Experimentando um escravo sexual

Experimentando um escravo sexual é um conto gay erótico BDSM que conta história de um soldado que teve sua primeira experiência com um escravo sexual.

Experimentando um escravo sexual – parte 1

Escrevo essa carta para deixar registrado o que eu vi enquanto estava no exército, o que eu vivenciei naquele dia e também para assumir que até gostei.

Capturamos o alvo apontado pelo Primero-Tenente em uma emboscada bem armada. Éramos quatro naquele momento, incluindo o oficial que nos disse que o alvo era aquele garoto de 24 anos com a bundinha mais redonda que eu já vi.

Todo distraído ele fumava um cigarro no pátio do hotel quando o surpreendemos.

Imobilizamos seu corpo com rapidez e o amarramos enquanto o mais velho de nós punha um saco sobre sua cabeça; ele se debatia todo tentando escapar.

O Primeiro-Tenente se aproximou do alvo e surrou para que ele ficasse “calminho”, sua voz era suave e, ao mesmo tempo, imperativa, algo que eu nunca tinha presenciado até então. Ao som de sua voz o alvo cedeu às nossas investidas e pudemos carregá-lo para o veículo sem problemas.

Eu sabia que aquele garoto era o brinquedo favorito do Primeiro-Tenente e que aquela não era a primeira vez que eles faziam isso, só me perguntava por que eu tinha aceitado participar daquilo.

Nunca tinha feito algo assim e nunca tinha pensado em comer um homem, mas as brincadeiras dos outros caras do pelotão me motivaram a ir junto e, quando eu percebi, já estava segurando o corpo do alvo e ajudando a amarrá-lo.

No galpão para onde o levamos só havia um banco almofadado sem encosto, cordas e uma cadeira de espaldar tão alto que parecia ter sido construída para algum ilustre rei.

Os outros dois soldados que me ajudavam a carregar o jovem me guiavam enquanto arrastávamos o alvo amarrado até o banco. Ali, o colocamos sentado diante da cadeira; o Primeiro-Tenente fechou os acessos ao galpão e se sentou calmamente na cadeira ordenado que tirássemos o capuz que cobria o rosto do alvo.

Fumando um charuto, ele olhou o alvo com calma e sorriu. O jovem esboçava um medo servil que me surpreendeu, cheguei a duvidar que aquilo fosse encenação e por um momento imaginei que eu poderia estar cometendo um crime, mas eu iria descobrir que isso era um tolo engano da minha parte e que essa encenação incrível que o alvo fazia era o que o tornava tão especial para o Primeiro-Tenente.

Soltando a fumaça com desdém o Primeiro-Tenente ordenou que despíssemos o alvo. Com rapidez os dois soldados começaram a arrancar-lhe a roupa com violência, rasgando todo tecido que podiam sem piedade.

Senti-me estranhamente excitado com a situação e quando dei por mim eu mesmo lhe rasgava a camiseta branca com força. Quando finalmente conseguimos deixar o alvo totalmente nu, paramos ofegantes e satisfeitos.

O Primeiro-Tenente se ajeitou na cadeira ficando mais confortável e, ainda fumando, olhou para o alvo pelado e amarrado. Mirando-o com uma superioridade que eu jamais conseguiria alcançar, disse-lhe com calma “meu pelotão está faminto e você será o alimento do qual eles vão se servir”, soltando leves círculos de fumaça pela boca ele completou com desdém “agradeça”.

“Obrigado senhor!” ouvir a resposta do alvo, tão entregue, tão submisso, tão servil, me incendiou o corpo inteiro; foi a coisa mais linda que eu ouvi na vida.

Ao longe ouvi um “sirvam-se”, mas naquele momento minha fome, revelada pelo mestre, me consumia e eu já não pensava, só agia.

Experimentando um escravo sexual – parte 2

Abrimos o zíper de nossas calças e tiramos nossos paus para fora, me surpreendi ao ser o primeiro a falar “chupa essa pica com carinho” e olhar deliciosamente o alvo abraçar meu pau com sua boquinha ávida engolindo-o com desejo.

Ele se revezava entre as três picas bem servidas à sua frente chupando-nos com sofreguidão, instintivamente eu segurei-lhe pelos cabelos e forcei meu pau contra sua boca. O alvo aguentou minha pica até sua garganta antes de engasgar.

Deixei-o respirar um pouco e virei sua cabeça em minha direção puxando seu cabelo com força. Seu olhar submisso me parecia uma poesia visual.

Ordenei-lhe que abrisse a boca e cuspi com vontade dentro dela. Ordenei-lhe então  que engolisse meu cuspe e ele o fez. Educadamente, o alvo disse mais uma vez “obrigado senhor”, mas dessa vez ele se dirigia a mim e aquilo acendeu partes minhas que eu nem imaginava existir.

Encantado e chocado, soltei sua cabeça deixando que ele chupasse meus colegas. O Primeiro-Tenente ordenou que tirássemos nossas roupas. Eu me despi com calma, sempre deixando meu pau perto do alvo para ele o chupar.

Encontrávamo-nos totalmente nus quando o Primeiro-Tenente mandou-nos comer o alvo. Sempre distante e intocável, seus olhos nos observavam, mas ele via mais que nossos corpos nus, ele via nossas almas.

Sentia-me livre sob seu olhar firme, como se sob sua proteção tudo fosse permitido. Não sentia vergonha ou deslocado por estar trepando com um homem e ainda na companhia de outros três machos. Eu simplesmente agia enquanto meu coração batia rápido.

Deitamos o alvo de costas sobre o banco sem encosto, meus companheiros puxaram as cordas que o seguravam e amarram seus braços firmemente no banco. Duas outras cordas foram passadas pelos joelhos dele e também amarradas no banco deixando suas pernas levantadas.

Desse modo sua bunda ficava fácil de ser acessada e também todo o seu corpo. O cara que o cobriu com o capuz foi o primeiro a meter.

Ele brincou com o cu do alvo enquanto eu e o outro soldado ficamos perto de sua boca para que ele continuasse a nos chupar.

Aos poucos o rabo do alvo foi invadido pelo soldado e ele gemeu levemente. Doido de tesão, eu me posicionei encostado na frente da cabeça do alvo e meti com gosto na sua boca.

Deitado como ele estava, meu pau entrava na sua boca de ponta-cabeça, assim a pica ia fundo e eu metia com gosto. Quando ele se engasgava eu parava e deixa-lo respirar.

Deixei o outro soldado se divertir com a boca do alvo enquanto eu dava murros em seu peito amarrado pela corda. Um fogo me queimava o corpo inteiro.

O soldado que o comia me deu espaço para eu mesmo enfiar no rabo do alvo.

A primeira bombada foi bem devagar para eu sentir o músculo do rabinho apertar minha pica.

Pouco a pouco eu fui aumentando o ritmo e enfiei com gosto.

Dei-lhe socadas fortes e profundas, com fome eu olhava ele gemer e chupar meus companheiros com dedicação. Segurei suas bolas e as puxei com força em minha direção.

O alvo gemia e eu ficava cada vez mais faminto.

Soquei com gosto, com vontade. Fui fundo, fui rápido e devagar, só para o ver gemer e se contorcer, amarrado e entregue.

Resolvi dividir o prazer com o soldado que ainda não tinha entrado naquele cuzinho.

Deixei o aperto buraco ainda queimando e parti em direção à boca do alvo.

Sem pensar no que fazia, eu me posicionei sobre a cabeça do alvo e ordenei que ele chupasse meu cu. Abri as duas bandas da minha bunda e ele lambeu meu rabo com gosto.

Aquilo foi bom de um jeito que eu nunca imaginei.

Depois de ele lamber meu cu com vontade, coloquei minhas bolas dentro da sua boca e ele as chupou com fervor.

Quando sai de cima de sua cabeça ele me agradeceu de novo e eu me senti mais vivo que nunca.

O tesão me consumia, minha pica babava com a situação. Novamente segurei o alvo pelo cabelo e meti com vontade na sua boca.

Tirei meu pau com violência da boquinha servil e dei leves tapas em seu rostinho lindo.

Ele me olhava entregue e agradecia minha violência contida. De alguma maneira eu nunca fui tão verdadeiro quanto ali, violentando com permissão aquele jovem que controlava minhas ações com suas reações de prazer e dor.

O Primeiro-Tenente mandou que gozássemos sobre o alvo, por um lado eu não queria que aquilo acabasse, mas por outro lado a ideia de lambuzá-lo com porra era deliciosa.

Reunimo-nos envolta de seu rosto e punhetamos com gosto até que nossos leites caíssem sobre o rosto do jovem.

Educado como sempre, ele nos agradeceu.

Desamarramos o alvo e os dois soldados saíram do galpão aos risos.

Eu olhei para o Primeiro-Tenente que só então se levantou e veio de encontro a nós.

“Estou muito orgulhoso de você. Você me surpreendeu positivamente hoje”, ele me disse. Eu o agradeci me sentindo bem como nunca.

“O que eu faço agora?”

Minha pergunta tirou um sorriso de cumplicidade do Primeiro-Tenente. Ele sugeriu que eu fosse tomar banho com os outros, eu não queria, queria saber o que iria acontecer depois daquilo.

“Não se preocupe, eu já vi o seu talento, vou te ensinar muita coisa, mas não agora”

Um pouco decepcionado eu sai seguindo a direção para onde meus companheiros tinham ido.

Experimentando um escravo sexual – parte 3

Entrando em uma área de chuveiros mas ao fundo, tudo que eu ouvi foi o Primeiro-Tenente dizer ao alvo: “Você fez um lindo trabalho hoje e vai receber uma linda recompensa por isso” e como resposta o submisso alvo disse “muito obrigado senhor”.

*Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.

**Imagem meramente ilustrativa.

Licença Creative Commons
Esta obra em Chilliwiki, foi licenciada sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.

1 COMENTÁRIO

Deixe uma resposta