Michael Lucas, da Lucas Entertainment, fala sobre a indústria pornô

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Michael Lucas - Lucas Entertainment

Michael Lucas, da Lucas Entertainment, fala sobre a indústria pornô em entrevista exclusiva abordando esse universo que mexe com nosso imaginário e desejos.

*Fotos: Divulgação, Lucas Entertainment.

Sobre Michael Lucas

Michal Lucas é sem sombra de dúvidas a figura mais polêmica no mundo do entretenimento adulto. Tendo feito da produtora Lucas Entertainment um império, Michael é o tipo de empresário que não vê necessidade de “se desculpar” por ações ou comentários. Na sua companhia, que ocupa um andar de um prédio na icônica Midtown, bem próximo a Hell’s Kitchen, Michael está sempre de olho em tudo que acontece a sua volta, atento aos detalhes. Seus filmes não são feitos ao acaso, nem a toque de caixa; cada cena tem sua perfomance pensada e analisada antes da filmagem. Os modelos tem que se adaptar ao padrão de qualidade da Lucas Entertainment ou então procurar outro lugar para trabalhar. Não é uma questão de arrogância: Em uma indústria que vende fantasia e tem que lutar cada vez mais para não sucumbir à pirataria, cada detalhe é precioso.

Nascido na Rússia, filho de um arquiteto e de uma professora de Literatura, Michael cresceu em uma família judaica. Imigrando para os EUA nos anos 90, tornou-se cidadão americano em 2004 e acumula funções de empresário, produtor, modelo, diretor e escritor. Michael é também um ativista pelas causas LGBT, um defensor de Israel que não mede esforços para mudar qualquer visão negativa sobre o país. Seu documentário ‘Undressing Israel: Gay Men in the Promised Land’ (2013) foi pioneiro em mostrar Israel de um ponto de vista diferente dos noticiários, onde Tel Aviv fervilha com sua noite agitada e o turismo gay é muito bem recebido. Em outro documentário, ‘Campaign of Hate Russia and Gay Propaganda’ (2014), Michael retorna a sua terra natal, Russia, pra mostrar como o país caminha para trás em termos de igualdade de direitos e promove uma caça às bruxas na comunidade gay. O empresário também é colunista frequente de publicações como a ‘The advocate’ e ‘Huffington Post’.

Por essas e outras podemos afirmar que Michael Lucas é mais do que um astro dos filmes adultos; ele se tornou um ícone da cultura gay. Alguém que se expressa artisticamente à frente de sua  bem sucedida produtora e que em sua entrevistas e palestras demonstra toda sua cultura e educação. Aos 43 anos e em muito boa forma, Michael recebeu o Chilliwiki/BBG para um bate papo na sede de sua companhia.

Michael Lucas - Lucas Entertainment

Entrevista com Michael Lucas

Vamos começar do início de tudo. Você nasceu na Rússia, estudou direito internacional e trabalhava numa agência de turismo. O que te levou para o mundo do entretenimento adulto?

Michael Lucas – Quando você sai do seu país e se torna um imigrante ilegal, sem documentos, você precisa fazer dinheiro de alguma forma. E fazer filmes pornô foi a melhor opção, pois eu não queria voltar pra casa e ainda tinha que me manter e ajudar minha família. Eu sabia que eu jamais poderia advogar em outro país sem documentos. Além disso, eu precisava de uma plataforma pra me expressar, para dar minhas opiniões e ser ouvido. A popularidade nessa indústria me permitiu isso, não sei se eu conseguiria o mesmo como advogado. Hoje eu escrevo para várias publicações não porque eu seja o melhor escritor, mas porque as pessoas se interessam pelo que eu tenho a dizer.

Você começou como modelo exclusivo da Falcon Studios. O que te fez abrir sua própria companhia?

Michael Lucas – Simples, eu nunca quis trabalhar pra ninguém a não ser pra mim mesmo. Mesmo quando eu trabalhava numa agência de turismo, eu era o dono. Fui meu próprio empresário quando trabalhava pra Falcon, mas eu nunca quis ser funcionário de ninguém. Eu sempre achei que eu funcionaria melhor como empregador do que como funcionário. Eu funciono melhor assim mesmo, produzindo, tomando decisões. Algumas decisões eu tomei erradas ao longo dos anos, algumas foram acertadas, mas o mais importante de tudo é que a companhia continua aqui no mercado.

Por que você decidiu vir pra Nova York e não para Los Angeles, que é onde estão as principais produtoras do país?

Michael Lucas – Por que Nova York? Boa pergunta, eu nunca tinha pensado nisso. Bom, eu estive em Nova York pela primeira vez em 1994 e lembro que eu gostei muito. Daí por um motivo que não lembro bem eu fui pra Alemanha, Berlin, e acabei voltando pra Nova York em 1997. Quando eu vim pra cá eu não sabia que a indústria estava na Califórnia, eu vim porque eu tinha um amigo que era fotógrafo e levou minhas fotos pra Falcon e… Eu acho que eu vim mesmo por que conheci um rapaz, Anthony, que era doutor em filosofia e tinha muita coisa em comum comigo. A gente gostava de sair juntos, ir a óperas… Eu acabei vindo morar e nunca mais voltei. Foi difícil, pois, uma coisa é vir de férias e outra é vir pra morar, mas acabou dando certo.

À propósito, você é mais bonito pessoalmente do que em fotos.

Michael Lucas – Obrigado. E olha que eu só dormi por cinco horas. Engraçado é que eu não sou fotogênico mesmo… Eu nunca fico tão bem nas fotos como eu gostaria de ficar.

Bom, voltando. Qual a melhor coisa de morar em Nova York?

Michael Lucas – As pessoas. Eu gosto muito das pessoas daqui. As pessoas mais fortes, interessantes e criativas que encontrei na vida. A segunda coisa seria a cultura. A cidade oferece tudo que eu gosto. Os melhores shows, a melhor música, as melhores exposições, a melhor ópera, Metropolitan Opera… Eu não gosto quando as pessoas falam que amam a energia… O que eles chamam de energia é uma combinação de pessoas, arte e cultura. Eu também gosto da conveniência de não se precisar de um carro por aqui. Dá pra ir a qualquer lugar a pé ou de metrô. Tudo é muito conveniente aqui. Eu já estive em vários lugares do mundo, mas Nova York é sem dúvida a cidade mais conveniente.

Eu queria falar sobre outro assunto… Eu estava lendo a Advocate, uma entrevista sua em 2004…

Michael Lucas – 2004?! Acredite, eu já mudei muito minha opinião muitas vezes de lá pra cá.

É exatamente esse o ponto da pergunta.

Michael Lucas – Na Advocate?

Sim, para o Harvey Fierstein.

Michael Lucas – Ah, claro, lembrei… Muito tempo atrás. O que eu disse?

Bom, naquela época você era um defensor do sexo seguro, por assim dizer. A Lucas Entertainment só fazia filmes usando preservativos. Você era defensor dessa bandeira. Hoje a sua companhia só produz filmes bareback. O que mudou?

Michael Lucas – Muitas coisas mudaram! O mundo mudou. As coisas evoluem e mudam. Eu tenho orgulho de só ter feito filmes usando preservativos naquela época, de ser um grande defensor das camisinhas, pois esse era o único meio de proteção existente. Hoje existem outras maneiras. Primeiro, existe PrEP (Remédio que funciona como inibidor do vírus HIV no organismo), segundo existe sabedoria… Se você tem HIV, conhece seu status, e toma seu medicamento, ou seja, estando com carga viral indetectável, você não passa o vírus adiante. E quem sabe que tem HIV tem que tomar remédios. Nos Estados Unidos não há um caso sequer de alguém que esteja tomando suas medicações e que tenha passado HIV para seu parceiro. Mas é importante saber e conhecer o seu status. Eu tive um namorado HIV positivo, nós estávamos em um relacionamento monogâmico, e, mesmo eu não tomando o PrEP, eu não me contaminei com o vírus.

Hoje existe o PrEP, que a pessoa toma uma vez ao dia, conforme prescrito pelo seu médico, e o risco de infecção é praticamente inexistente. Com camisinha existe sempre a chance de ocorrer um rompimento, com o PrEP esse risco não existe se ele for tomado uma vez por dia, torno a dizer. O problema é que as pessoas não sabem que o PrEP é de uso diários e às vezes usam um ou dois dias depois de terem feito sexo desprotegidos… Mas aí o corpo não esta preparado pra evitar a infecção. O PrEP é 100% garantido se for usado da maneira correta. Foi por isso que, com o tempo, eu mudei a política da minha companhia. Porque eu sei o que o público quer ver. O público não quer mais ver atores usando camisinha nos filmes. Eu vendo fantasia, eu tenho que oferecer o que o público quer ver. Por isso eu faço questão de que meus modelos conheçam seu status e que usem PrEP diariamente. Mas existe sempre a opção de continuar fazendo filmes com preservativos e acabar saindo do mercado, por não ser o que o público deseja ver.

E isso causou algum problema pra você? Algum modelo se recusou a fazer filmes por causa dessa política?

Michael Lucas – Sim, alguns modelos não quiseram trabalhar, mas é a escolha deles. Eu recebo cerca de 70 perfis de modelos todos os dia interessados em trabalhar conosco, portanto, não faltam opções.

Eu pergunto isso porque eu li uma entrevista do Chad Hunt em que ele dizia que essa mudança de política no pornô o fez se aposentar. Ele chama isso de “o lado negro da indústria”.

Michael Lucas – Isso é ridículo. A verdade é que ele se aposentou porque ninguém queria mais contratar ele. Isso não faz sentido nenhum porque quando ele deixou a indústria, ainda se faziam filmes com preservativos. Chad Hunt fez dezenas de filmes, mas ele não era o mais bonito. Ele ficou famoso por causa da dotação dele e isso lhe deu uma exposição muito grande. Ele envelheceu e o interesse nele se perdeu um pouco. Ele poderia ter ficado e feito filmes com preservativos, mas não quis.

O que você acha do termo ‘Truvada whore’ (Termo usado para designar alguém que usa o PrEP para poder fazer sexo de maneira descontrolada)?

Michael Lucas – Isso é uma criação da mídia! Eu não conheço ninguém que use Truvada como desculpa para fazer sexo descontrolado. Isso foi uma piada que acabou ganhando força. Você conhece alguém de verdade que já tenha sofrido preconceito por usar Truvada?

Nunca.

Michael Lucas – Porque usar Truvada significa que você é responsável e se preocupa com seu bem estar. As pessoas não estigmatizam pessoas que tomam Truvada, elas estigmatizam, infelizmente, aqueles que são HIV positivos. As pessoas sabem que quem toma Truvada, ou seja, PrEP, não é HIV positivo, é negativo… Portanto, sem estigma negativo.

Você acha que as pessoas deixaram de ter medo do HIV hoje como se tinha no passado?

Michael Lucas – Elas deveriam ter medo. Porque o HIV é pra ser evitado. Por isso eu uso PrEP e aconselho todos a usarem. Não tem nada bom em ter HIV. Mas não é pela doença em si, mas pelo estigma que ela carrega. Mas ninguém precisa ter medo de morrer de HIV, pois ninguém que está se tratando corre esse risco. Se morre em lugares onde as pessoas não tem acesso a tratamento. Mas eu entendo o medo por assim dizer. Eu passei muito tempo tendo medo do HIV e não tinha medo do câncer, apesar de já ter tido casos de câncer na minha família. Hoje eu não tenho mais esse medo. Meu namorado, quando a gente se conheceu, a primeira coisa que ele me disse foi que era positivo. Eu perguntei, “mas por que você está me falando isso agora?”. E ele disse que não queria perder seu tempo ou o meu, pois ele sabe que muitas pessoas negativas não gostam da ideia de namorar alguém HIV positivo. Então eles simplesmente somem!

Então você está num relacionamento?

Michael Lucas – Estava na verdade. Eu pulei de um relacionamento pra outro sem estar preparado e isso nunca dá certo. Eu não estava pronto pra outro relacionamento. Mas nós somos grandes amigos!

E algum de seus ex via problema na sua profissão?

Michael Lucas – Nenhum deles. Mas talvez seja porque eu more em Nova York e aqui a pessoas são mais abertas. Olha, se eu fosse uma advogado, com corpo bonito e bem dotado todo mundo ia dizer que eu sou perfeito, mas talvez alguns não me achem perfeito por causa do meu trabalho… As pessoas sempre acham imperfeições em tudo. As vezes num pau pequeno, as vezes pela pessoa ser HIV positivo… Não existe perfeição em tudo. Mas eu nunca tive problemas por causa do meu trabalho.

No Brasil, a indústria pornográfica em geral fechou as portas. As produtoras de filmes pararam de produzir, publicações foram descontinuadas… Até mesmo a Playboy anunciou o fim de sua publicação no país. Tudo por conta da Internet, da pirataria. Como a Lucas Entertainment sobrevive ainda hoje?

Michael Lucas – Vamos lá, eu contrato uma empresa que monitora a Internet e está sempre atenta ao material pirata que surge por aí. Eu pago caro por isso. Eu conheço as produções brasileiras e são filmes de pouca qualidade. Se não se têm dinheiro pra investir em cenas bonitas e bem trabalhadas, também não vai haver dinheiro para contratar empresas que monitorem a distribuição ilegal do seu material. Eu trabalho com qualidade, sempre trabalhei. Vamos usar como exemplo roupas! Existe Prada, existe Gucci… E existe roupas da K-Mart… Mas é tudo roupa no fim das contas. Você escolhe a qualidade do que você quer vestir.

Você prefere ver uma cena amadora na Internet, com audio ruim, sem preocupação nenhuma com cenas, com pessoas não tão bonitas, ou prefere pagar pra ter acesso a um material feito com todo cuidado, com modelos gostosos e cenas em alta definição? Sempre terão pessoas que se contentam com baixa qualidade, mas eu ainda vendo pra pessoas que buscam máxima qualidade.

Na sua opinião, quem é o melhor performer atualmente?

Michael Lucas – (Rindo) Qualquer um dos meus modelos?

De todos os tempos!

Michael Lucas – Adam Killian. Se você me perguntar, eu diria que o Adam é uma combinação de tudo. Ele não é super bonito…

Adam Killian - Lucas Entertainment
Adam Killian

Eu discordo, ele é uma delícia.

Michael Lucas – Sim, mas não é a beleza clássica. Adam é muito bonito, tem o corpo ideal, versátil, tem aquela voz máscula e, melhor de tudo, ele sabe o que o público quer ver. Ele consegue fazer as melhores performances, não apenas se exibindo, mas exibindo também seu parceiro. Você percebe que ele gosta do que está fazendo. Ele é super sexual e saber transar pra câmera, sem parar… Ele é natural, não tem nada fake nele. Eu ja tive modelos mais bonitos e mais bem dotados que não funcionavam.

Tinha um modelo seu que parecia sempre entediado…

Michael Lucas – Ben Andrews.

Não sei… Um loirinho, que esteve em La Dolce Vita…

Michael Lucas – Ben Andrews com certeza. Exemplo perfeito! Lindo, bem dotado… Quando eu encontrei Ben Andrews eu achei que tinha encontrado o modelo ideal. Ele era tão bem dotado quanto o Chad Hunt, mas era mais bonito, mais novo e em melhor forma. Eu pensei que eu transformaria Ben no maior astro pornô, mas isso nunca aconteceu. Enquanto Chad Hunt era amado e popular… Amado porque ele fazia seus filmes com gosto, não tanto quanto Adam Killian, mas ao se comparar com Ben Andrews ele era fantástico. Ben Andrews trepava como se estivesse com sono.

O que aconteceu com ele?

Michael Lucas – Eu o demiti. Foi dinheiro jogado fora. Ele não ouvia, não queria conselhos, não gostava de cuidar do corpo, era chato, reclamava de tudo… E não tinha ambição. Um dia eu disse pra ele, “Ben, eu vim pra cá sem nada e olha onde eu cheguei!”. E ele me disse, “Mas esse é você, Michael, não eu. Não quero isso pra mim.”

Qual a vantagem de ser um modelo exclusivo da Lucas Entertainment?

Michael Lucas – A gente promove tão bem o modelo que ele se torna famoso. Quando a gente pega um modelo e trabalha na imagem dele, todo estúdio do mundo quer ele depois. Eu sou muito certo do que eu quero pros meus filmes e do que eu não quero. Eu gosto de homens que fiquem tão bem usando um terno quanto pelados. Eu gosto daquele tipo cavalheiro, mas que na cama seja extremamente safado. Eu peguei modelos com os quais ninguém queria trabalhar, mas que depois de passarem pela minha mão se tornaram atraentes para outras produtoras. Raramente eu contrato modelos com cabelos coloridos, piercings… Mas quando eu contrato, eu trabalho na mudança do visual inteiro.

Uma coisa meio ‘Uma Linda Mulher’.

Michael Lucas – Exatamente. Eu dou uma repaginada neles.

Michael Lucas - Lucas Entertainment

Em 2013, diante do suicídio do Wilfred Knight…

Michael Lucas – Muito triste isso…

…Você divulgou uma carta aberta, onde convidava os modelos que estiverem passando por dificuldades e quiserem conversar a te procurar. Não precisando citar nomes, pois eu sei como isso é delicado, mas alguém já te procurou?

Michael Lucas – Sim. Eu estou sempre conversando com modelos. Muitos deles estão nessa profissão sem apoio das famílias, ou com poucos amigos… Eu sempre converso com eles da melhor forma, mas os aconselho a procurar ajuda profissional. Com um profissional ao lado, ele entende que a vida de ninguém é perfeita e aprende a lidar melhor com quaisquer problemas que esteja enfrentando. Os modelos gostam de conversar comigo, parece que dou alguns bons conselhos. Eu não sou psicólogo, mas entendo um pouco de psicologia e gosto de conversar. E o melhor, eu não cobro. Eu gosto mesmo de aconselhar, mas infelizmente alguns não gostam de ouvir.

O que podemos esperar da Lucas Entertainment daqui pra frente?

Michael Lucas – O que sempre esperaram. Estamos na liderança do nosso mercado, ainda com os atores mais bonitos, os filmes mais bem produzidos e é esse compromisso com a qualidade que é a nossa marca.

Já pensou em fazer um Reality Show?

Michael Lucas – E ter minha vida pessoal exposta? Não, obrigado.

Algo como ‘America’s Next Porn Star’.

Michael Lucas – Olha, eu estou bem confortável na minha carreira. Não preciso de mais dez horas de trabalho na minha vida. Eu preciso sim de mais tempo com minha família e meus amigos. Eu gosto de viagens, viajo sempre que posso; amanhã mesmo embarco para o Canadá com amigos. Minha avó está comigo, eu preciso estar perto dela… E no final das contas, quando alguém está perto de morrer, ele não vai pensar que deveria ter trabalhado mais ou feito mais cem mil dólares por mês. Não, ele vai pensar que deveria ter tido mais tempo com as pessoas que ama. Eu não abro mão de passar esse tempo com os que amo. Não por causa de trabalho. Não mesmo.

Michael, obrigado por ter me recebido aqui hoje.

Michael Lucas – Obrigado por ter vindo!

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2 COMENTÁRIOS

  1. Andy, conhecia o seu lado nerd, apaixonado pela arte e principalmente seu lado amigo. Confesso que fiquei impressionada com a sua performance de entrevistador e escritor. As perguntas objetivas e inteligentes . Fiquei sabendo de várias coisas que eu não sabia que existiam. Muita coisa é “boicotada” na mídia, isso acaba gerando desinformação e preconceito.Ganhou mais uma fã.

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