No vestiário com John Johnson, um conto gay erótico

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No vestiário com John Johnson, um conto erótico gay

No vestiário com John Johnson é um conto gay erótico que narra a história de um assistente que se entrega aos braços de um gigante e dominante jogador.

No vestiário com John Johnson – Parte 1

A água quente caia contra meu corpo nu e eu finalmente podia relaxar. Depois de toda correria que foi o treinamento do time, eu podia deixar o cansaço sair do meu corpo misturado àquelas gotas fartas que se espalhavam pelo piso frio do espaço onde ficavam os chuveiros.

Como assistente do treinador, missão que fui obrigado a aceitar por pura necessidade financeira, eu vinha passando aquelas últimas tardes do quente verão atendo os mais caprichosos pedidos e ordens de um velho autoritário. Mas naquela tarde, depois que todo o time saiu apressado para aproveitar o escasso tempo livre que tinham, eu me permiti tomar um banho longo no vestiário, que então era um espaço só meu.

Engraçado como a sensação de uma chuveirada pode acabar com os problemas; eu, que carregava milhares de cobranças, acusações e pressões, deixava que minha cabeça, envolvida pela torrente do chuveiro, se calasse e apenas sentisse a temperatura e a pressão da água.

Virado de costas para o espaço de circulação, eu coloquei as palmas de minhas mãos encostadas no azulejo frio e recostei minha cabeça no dorso delas, sentindo água cair abundantemente pelas minhas costas, correndo livre em direção a minha bunda, escorrendo pelas coxas e se afastando de meu corpo ao passar pelos tornozelos e pés até acessar o piso frio.

Meus olhos fechados contribuíam para que o mundo ficasse fora dali, que todos e tudo pertencessem a outro universo.

Um barulho além dos chuveiros quebrou meu estado de quase transe, abri meus olhos sentindo uma expressão de irritabilidade se formar em meu rosto enquanto pensava no que poderia estar prestes a atrapalhar meu momento.

Minha memória correu rapidamente os acontecimentos daquela tarde e encontrou o possível intruso. John Johnson, uma das estrelas do time, tinha sido punido por sua atitude violenta durante o treinamento e continuara no campo fazendo exercícios.

Suspirei o cansaço que voltava à tona.

Torci para que ele me ignorasse e corresse para longe dali. Ao sentir que ele entrou no espaço dos chuveiros, suspirei discretamente reunindo forças e me afastei da parede. Virei-me em sua direção e foi então que meus olhos encontraram algo que fez meu coração disparar.

Do lado oposto do espaço, logo na entrada e bem à minha frente, eu vi John nu, o que não era exatamente uma novidade, porém o que me fez ficar paralisado foi seu olhar. Algo em sua expressão e no leve sorriso de seu largo rosto me causou certo medo, me senti como uma presa indefesa e aprisionada, prestes a ser capturada e, pior, incapaz de se mexer.

Seu sorriso foi ficando maior enquanto ele jogava a toalha para longe de seu corpo e avançava em minha direção. Com quase dois metros de altura, o loiro de corpo malhado avançava vagarosamente e eu rastreava cada detalhe de sua nudez.

Minha respiração aumentou o ritmo enquanto eu observava seu rosto largo, a leve cicatriz em seu queixo, os ombros amplos, o peitoral definido e o abdômen com as marcas dos músculos tão aparente e tão retilíneo que me causava certa inveja.

Um leve acumulo de pelos que se iniciava no umbigo descia fraco até a região pubiana, onde se misturava a mais uma rala pelugem acomodando um membro que crescia deitado sobre dois generosos testículos.

Próxima dessa região, mais pelos cobriam coxas grossas e panturrilhas firmes; outros poucos pelos descansavam sobre os pés brutos que seguravam todo aquele gigante.

Enquanto eu engolia a saliva esquecida, meus olhos subiram para mirar as mãos enormes no fim de braços vigorosos e seguirem novamente de encontro ao rosto que me observava com desejo.

Invadindo meu espaço sem dizer nenhuma palavra, John me empurrou levemente em direção à parede deixando a água molhar nossos corpos colados. John me olhou do alto de sua estrutura e sorriu novamente.

Eu, indefeso, não conseguia emitir nenhum som ou reação à investida do titã. Com calma, ele levantou a cabeça deixando a água molhar seu cabelo e o rosto, saciado voltou a me encarar e naquele momento ele me pareceu o homem mais atraente de todo o universo conhecido.

Seus braços me envolveram em um aperto faminto e eu, em resposta, cerquei lhe o pescoço, tanto para tê-lo mais perto, quanto para me equilibrar entre seus braços musculosos.

Emaranhados, nos beijamos sem pudores, como se aquilo fosse costumeiro, apesar de todo o ineditismo daqueles movimentos.

No vestiário com John Johnson – Parte 2

Senti seus lábios tocarem os meus e, vagarosamente, abrirem espaço para que sua língua invadisse minha boca. Explorando o espaço aquoso, ele brincava entre meus dentes, lambia o palato para, por fim, brincar de brigar com minha língua.

Eu, extasiado, imaginava se aquilo não seria um sonho. Um homem que tanto desejei, mas que nunca imaginei poder ter, ali, me segurando firme entre seus braços.

Ganancioso, John mordeu meu lábio inferior e seguiu com mordidelas pelo meu queixo, pescoço e ombro. Subia, então, com beijos em direção à orelha que se perdia dentro de sua boca ávida, entre mordidas e chupões.

Sentia sua respiração quente tão perto da minha pele que, mesmo molhado, me arrepiava por inteiro. Seu graúdo membro roçava meu corpo entre nossos movimentos me causando uma fome descomunal, para tentar conter o ardido desejo, arranhava suas costas e mordia seu musculoso ombro enquanto o colossal homem que me segurava apertava minha bunda com apetite e me levava ao delírio.

Uma breve pausa em nossas trocas de carícias foi aproveitada para fechar o chuveiro e nos levar até um dos bancos do vestiário. Sentei no banco enquanto John, em pé, colocou sua perna esquerda sobre o mesmo móvel e me ofereceu seu falo rígido.

Com a pressa de um fugitivo, engoli o membro com cobiça, sentindo a textura e o sabor da masculinidade invadir meu paladar.

Não me saciei.

Continuava a chupá-lo com força e vontade, lambia com carinho o corpo esponjoso saltado de seu pênis ereto, babava fogosamente na glande, engolia os testículos, chupava-os separadamente e o masturbava para retomar meu folego.

Ele gemia sons roucos e acariciava meus cabelos admirando com prazer o espetáculo de ser chupado. Segurou minha cabeça com as duas mãos e penetrou minha boca com movimentos frenéticos, ao pararmos ele segurou seu membro e abaixou para me conceder um beijo de congratulação.

Direcionando meu corpo, John me deitou de costas sobre o banco e levantou minhas pernas. Afastou minhas nádegas e observou um músculo que vibrava desejando ser penetrado. Cuspiu nele e brincou com o orifício com seus dedos; abriu o espaço com mais força e usou sua língua para umedecer a região.

A textura suave e molhada da língua brincava com meu ânus e eu gemia e mordia meu lábio inferior segurando um clamor para ele me invadir com força.

Ele se levantou e, com calma, continuou a brincar com meu ânus, mas agora ele usava seu membro como brinquedo. Esfregava sem dó toda sua rigidez contra o músculo redondo, simulando o que faria. Meu corpo rebolava espontaneamente, alucinado com a provocação.

Uma nova breve pausa foi o suficiente para que a camisinha fosse posta e que um liquido frio lambuzasse minha bunda.

Segurei com força o móvel abaixo de mim esperando para finalmente senti-lo dentro do meu corpo.

O primeiro toque foi provocante, o peso de seu corpo empurrava o grosso membro que abria o espaço sem piedade e eu senti a leve dor do orifício cedendo e se moldando ao conquistador. A leve ardência que me fez segurar o banco ainda mais forte.

Passada a glande meu corpo relaxou e o resto foi naturalmente introduzido. Já dentro de mim, John abaixou e me beijou usando isso como distração para iniciar movimentos vagarosos dentro do meu corpo.

Eu gemia e ofegava de prazer. Pouco a pouco o ritmo foi aumentado e eu, assim que me acostumei ao conquistador, comecei a arranhá-lo com força; ele, percebendo-me pronto, aumentou ainda mais o ritmo e a violência dos movimentos me consumindo sem dó.

Eu ouvia seus gritos e gemidos fortes, quase como se estivéssemos em campo jogando um contra do outro.

Suas costas largas era meu abrigo enquanto ele me penetrava sem ressalvas. Uma de suas mãos segurou meu pescoço e o apertou levemente, enquanto sua língua explorava minha boca, meu rosto, minha orelha e meu pescoço.

Uma sensação de prazer percorreu meu corpo, um arrepio que partiu do ânus em direção ao pescoço e me fez tremer inteiro.

John se afastou um pouco para observar com cuidado meu rosto. Enfiou seu membro fundo e degustou minha expressão de dor e prazer como seu mais belo feito.

Continuamos nossos beijos e afagos, seu ritmo aumentava e diminuía brincando com meus sentidos eu o abracei faminto.

Desejei senti-lo ejacular; queria ardentemente que ele gozasse dentro de mim. Confessei em um sussurro meu desejo ao pé de seu ouvido.

John me olhou com cuidado e sorriu. Um leve beijo foi seu aceite para meu pedido.

Com força ele me penetrou rapidamente, ouvi cada um de seus gemidos e só por eles pude predizer o momento em que iria acontecer.

Seu corpo se contraiu inteiro, todos os músculos enrijeceram para esporrar seu leite dentro de mim. Ele urrou um grito que poderia assustar um desavisado, mais que alimentou meu ego e me relaxou.

Com um sutil movimento ele tirou seu membro de dentro de mim.

Ainda sobre meu corpo, ele me masturbou com força enquanto me beijava com ânsia. Satisfeito, eu sujei nossos corpos com meu próprio leite quente e finalmente respirei, relaxado e calmo.

No vestiário com John Johnson – Parte 3

Tomamos banho no mesmo chuveiro; ele sorria o tempo todo e fazia piadas sacanas sobre nosso ato secreto; eu ria, sinceramente, de cada piadinha suja.

Ele se afastou para se secar e eu o olhei de onde eu estava e, por um instante, pensei que não era só um banho que tinha o poder de afastar os problemas; no meu caso, John tinha esse poder muito mais desenvolvido.

*Este conto gay erótico é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.

**Imagem meramente ilustrativa.

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