O lenhador e o homem misterioso, um conto gay erótico de ursos

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O lenhador e o homem misterioso

O lenhador e o homem misterioso é um conto gay erótico de ursos que conta a história do tórrido encontro entre um lenhador solitário e um misterioso homem peludo.

O lenhador e o homem misterioso – parte 1

A chuva no alto da colina Mont Franchesco caia fina e constante promovendo o clima gélido da região sem nenhuma piedade para os residentes das redondezas.

Nelson bebia seu café puro e preto olhando pela janela com o olhar semicerrado. Mesmo seu corpo coberto de pelos e sua gordura farta não eram capazes de manter seu corpo quente naquele clima. O lenhador usava suas botas, calças reforçadas e sua típica camisa de flanela xadrez.

A expressão séria amedrontaria qualquer desavisado que se deparasse com aquele barbudo, morador da única cabana localizada naquela região. Acostumado a viver sozinho, Nelson tinha desenvolvido a capacidade de conversar com a natureza selvagem, algo que não se aplicava à convivência com outras pessoas.

As gotas frias continuavam a caiar vagorosamente enquanto o lenhador voltava para a cabana carregando alguns pedaços de madeira, garantiria assim a fogueira acesa por mais tempo. A garoa não intimidava o homem, mais animal que civilizado, escondido pelo casaco com toca impermeável e galochas resistentes.

O som monótono da chuva tornava-se quase um silêncio por sua repetição ininterrupta, mas antes de sair do bosque um barulho fez o lenhador parar.

O primeiro som foi identificado por sua experiência como o bramido de um urso feroz. Novo silêncio e então, mais bramidos e, por fim, um grito, um grito grave, selvagem, mas dessa vez certamente humano.

Girando rapidamente sua cabeça pelo bosque, Nelson encontrou a possível origem dos sons e, abandonando as toras que carregava, correu em direção ao rio mais adiante.

Os sons silenciaram sendo substituídos novamente pelo monótono barulho da chuva. Nelson ouvia sua respiração ofegante e seus passos pesados enquanto alcançava o rio, não se ateve em nenhum momento que estava desarmado para um embate com um inimigo mais poderoso.

Ao alcançar a margem do rio, parou assustado ao ver um quase inconsciente homem jogado próximo às águas, o mais surpreendente para o lenhador foi que o homem estava nu.

Mesmo entre a abundância de pelos que cobriam o corpo do estranho era possível ver arranhões, principalmente no peito e no rosto. Nelson correu de encontro ao homem desconhecido e o cobriu com o que pode de suas próprias roupas.

Com dificuldade, pois o misterioso homem era mais pesado que o lenhador e mal podia andar, Nelson conseguiu leva-lo para cabana e lá se pôs a ajudar o estranho a secar-se e aquecer-se.

A noite inaugurava um momento sem chuva e, dentro da cabana, Nelson preparava uma sopa de feijão ao lado da lareira usada para aquecer o lugar.

O estranho acordou de seu sono perguntando onde estava. Nelson ofereceu-lhe a sopa enquanto tentava descobrir o que acontecera no rio, porém não obteve sucesso, pois a memória do homem parecia ter desaparecido com a chuva.

Sem sucesso em sua investigação e sem prática em conversas, o lenhador fez suas últimas tarefas ajudando o estranho e sugeriu, sem muito gracejo, que ele voltasse a dormir, pois talvez no dia seguinte a memória do misterioso homem voltasse junto com a esperada chuva.

A cabana estava fechada e aquecida pelas lareiras, do lado externo uma lua incomumente grande brilhava uma luz prateada e azul.

Deitado em sua cama, Nelson não conseguia dormir. A imagem do homem nu na margem do rio lhe assaltava o sono e a tranquilidade.

A porta de madeira de seu quarto abriu-se vagarosamente.

Nelson levantou a cabeça para averiguar quem adentrava sua caverna particular e se deparou com o estranho, novamente nu, fechando a porta atrás de si com uma estranha liberdade.

“Vim agradecer-lhe por ter me resgatado”

O lenhador e o homem misterioso – parte 2

Nelson pensou que aquilo não era necessário, mas não conseguiu proferir nenhuma palavra.

Ao som da voz do estrangeiro, seu pênis reagiu num lampejo, ficando enrijecido quase instantaneamente, o que surpreendeu profundamente o controlado lenhador.

O estranho, gordo, peludo e excitado, subiu sobre a cama de Nelson sem pedir-lhe permissão. Deitou seu peso sobre o lenhador e beijou-lhe a boca misturando suas barbas cerradas.

Debaixo de seus cobertores, Nelson, completamente nu, sentiu seu pênis latejar em desejo.

As línguas dos amantes se misturavam lambuzando lhes a boca com saliva abundante. O estrangeiro segurou a mão de Nelson e a esfregou sobre seu peito peludo enquanto ainda degustava o faminto beijo que trocavam.

O estranho invadia a boca do lenhador com sua língua brincando com cada pedaço que alcançava, Nelson sentiu seu corpo relaxando quase instantaneamente e entregando-se à investida do misterioso homem sem nenhuma resistência. Sua mente ficou levemente turva como se uma embriaguez tênue lhe consumisse a consciência.

Ainda em controle da mão do lenhador, o estranho o levou a segurar seu pênis ereto. Nelson então o masturbou levemente sentindo toda a rigidez e a gostosa textura daquele fértil membro.

O estranho parou seu beijo para afastar os cobertores que escondiam o corpo do lenhador e assim alcançar sua nudez. Ele então esfregou sua mão no peito do lenhador, brincando com seus pelos e arranhou a barriga farta do homem à sua frente.

Sem conseguir conter-se, o misterioso homem beijou o pescoço de Nelson e continuou sua exploração lambendo a axila cerdosa com vontade seguindo para se perder entre os pelos do peito e da barriga opulenta.

Mordeu toda carne que conseguiu até alcançar o pênis do lenhador, babado de liquido seminal.

Para provocar, lambeu primeiro seus testículos brincando com a pelugem da região. Nelson apertou os lençóis que alcançava e gemeu em resposta.

Subiu com a língua tocando a pele do escroto, passando pelo o corpo do pênis e finalmente alcançando a glande, grossa e rosada. Ali engoliu todo o membro do lenhador fechando sua boca para criar uma leve pressão no espaço antes de começar movimentos frenéticos que simulavam o coito.

Nelson, desacostumado, se contorcia de prazer. Apertou seu próprio peito enquanto mordia o lábio em desespero.

O estranho aumentou seu ritmo e iniciou uma brincadeira com os testículos do lenhador, segurando-os, acariciando-os e puxando o saco escrotal.

Não satisfeito, o misterioso homem desceu o dedo até o períneo de Nelson e o apertou com força, então desceu alguns centímetros e introduziu a ponta de seu dedo médio no ânus do lenhador e fez novamente pressão contra o períneo com seu polegar.

Gostando da brincadeira, o estrangeiro continuou a engolir o membro do lenhador até a base enquanto mexia freneticamente o dedo dentro do ânus e pressionava o períneo com força usando o polegar. Aumentava o ritmo gradativamente com pequenas pausas, nas quais lambia o pênis fora da boca, retornando a abrigá-lo em seguida.

Nelson urrou e mandou que ele parasse, sem a prática já não conseguiria controlar seu gozo, mas ele não foi obedecido.

O misterioso homem aumentou o ritmo do sexo oral e a pressão do dedo no ânus, Nelson sentiu seu corpo enrijecer ao preparar a ejaculação. Um arrepio que se iniciou no ânus, subiu pelo seu corpo inteiro e, ao alcançar o pescoço, Nelson soltou o primeiro jato dentro da boca do estrangeiro.

Vários jatos se seguiram e o estranho os engolia com prazer. Com os últimos três jatos, o lenhador sentiu seu corpo voltar a relaxar pouco a pouco sobre a cama.

O estrangeiro tirou o dedo do ânus de Nelson e o pênis de sua boca. Mirou o membro com desejo e continuou a lambê-lo.

Para surpresa do lenhador seu membro não cedeu, continuava tão rígido quanto antes e, alguns segundos depois, ele sentiu que o desejo ainda queimava seu corpo.

O estranho se voltou para Nelson e subiu até seu rosto. Voltou a beijá-lo com desejo enquanto abria a gaveta ao lado de sua cama e retirava algo de lá.

Nelson, ainda levemente embriagado, não se ateve ao movimento.

O misterioso homem então voltou ao membro rígido do lenhador e, entre chupadas e lambidas, o vestiu com a camisinha que retirara da gaveta.

Ainda engolindo o pênis do lenhador, o estranho umedeceu seu próprio ânus com saliva e introduziu seus dedos no orifício fazendo-o ceder e abrir mais o espaço.

Com calma, aproveitou para lamber o ânus de Nelson e colocar os dois testículos do lenhador dentro de sua boca. Usava sua mão direta para masturbá-lo e a esquerda para continuar a abrir seu próprio ânus para o coito.

Cuspiu farta quantidade de saliva no pênis do lenhador e se posicionou agachado perto do membro rígido.

O misterioso homem então se abaixou vagarosamente e iniciou a introduzir o falo do lenhador dentro de seu próprio corpo. Nelson apenas olhava a cena, paralisado e entregue.

Soltou, então, um leve gemido de dor ao sentir a glande abrir ainda mais seu ânus, mas continuou a tarefa descendo seu pesado corpo em direção à cama e abrigando o pênis de Nelson dentro do seu corpo.

O lenhador, por sua vez, sentia o músculo anal pressionar seu membro e se ajustar à sua grossura. A textura enervada acariciava seu pênis brincando com sua sensibilidade e o músculo, apertado, resistia a entrada, o que lhe causava ainda mais prazer.

Quando alcançou a base do membro, o estranho rebolou vagarosamente acostumando-se a ele e só então começou a subir e descer seu corpo, tirando e introduzindo o pênis no ânus.

O movimento foi aumentando seu ritmo gradativamente e o prazer de ambos foi crescendo igualmente.

O estranho, em cima de Nelson, gemia e quase pulava, tamanha força e rapidez de seus movimentos. Nelson, deitado, apenas gemia deliciado.

Com os braços para trás, o misterioso homem se apoiava na cama e usava toda sua força para dar mais velocidade e impacto nos seus movimentos. O peso de ambos e seu ritmo frenético fazia a cama ranger e quase ceder, mas isso não impedia o desconhecido de continuar seus movimentos.

Nelson apertou novamente os lençóis ao seu redor, sentiu seu corpo queimar e um novo arrepio se formar.

Implorou que o estrangeiro parasse com seus movimentos, mas em resposta ele apenas aumentou a força das investidas.

O lenhador urrou e sentiu seus testículos pressionarem a saída do esperma, os jatos subiam com força para dentro do ânus do estranho, que se masturbava. Antes do último jato o próprio estranho ejaculou fartamente sobre o peito peludo de Nelson.

Exausto, o lenhador respirou profundamente.

O misterioso homem libertou o pênis de Nelson e se deitou ao lado dele cobrindo seus corpos.

O lenhador dormiu em meio aos beijos que trocavam.

O lenhador e o homem misterioso – parte 3

Ao abrir os olhos Nelson ouviu o barulho da chuva monótona que caia, olhou para o outro lado da cama, mas não havia ninguém ali.

Levantou-se e procurou pela cabana, mas também não existia nenhum sinal da presença de outra pessoa.

Levemente contrariado, Nelson saiu à varanda da cabana e olhou ao redor, onde somente a chuva lhe fazia companhia.

Se questionando sobre um possível sonho, o lenhador bufou e se virou retornando para dentro de sua casa, foi então que algo chamou sua atenção.

Logo no início do bosque, um urso mirava Nelson. Acostumado com a presença de animais silvestres, o lenhador não se assustou, mas havia algo no olhar daquele animal que o paralisou.

Com vários arranhões no corpo e no rosto, o urso bramiu e retornou para o bosque em direção ao rio.

Nelson sentiu um arrepio em seu corpo e voltou para dentro de sua cabana no alto da colina onde a natureza conversa com os homens.

*Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.

**Imagem meramente ilustrativa.

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