Um relacionamento gay dos sonhos, um conto gay erótico

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Um relacionamento gay dos sonhos

Um relacionamento gay dos sonhos é um conto gay erótico que conta a história de um amor dos sonhos, tão intenso e forte que ganha vida de maneira inesperada

Um relacionamento gay dos sonhos – Parte 1

Meu pai trabalhava em uma grande indústria em Itapeva. Devido sua boa atuação, ele foi promovido para trabalhar na parte de estratégia do escritório administrativo na capital.

Era uma oportunidade irrecusável, porque o salário aumentaria bastante além de outros benefícios e assim mudamos com toda a família.

Mudamos para uma casa grande no bairro da Penha. Meus pais conseguiram um bom preço na casa porque a família tinha ido embora para o sul do Mato Grosso do Sul.

Quando nos mudamos eu estava com quatorze anos e o que mais gostei é que eu teria um quarto só meu e minhas duas irmãs um quarto para elas.

São Paulo mexeu muito com minha cabeça. Minhas suspeitas sobre minha homossexualidade foram se concretizando, mas o mais estranho é que passei a sonhar com um rapaz um pouco mais velho que eu e que tinha um sorriso lindo.

No principio sonhava que eu estava dormindo e ele entrava no meu quarto, olhava para mim e ficava sorrindo, depois eu comecei a sentar na cama e ele começou a se aproximar.

No primeiro dia em que sentamos os dois na cama, um ao lado do outro, tentei falar com ele, perguntar seu nome ou qualquer coisa assim, mas ele colocou o indicador em minha boca e não me deixou pronunciar nenhuma palavra.

Ficou passando os dedos em meu cabelo, fazendo cafuné e observando meu rosto. Apesar de intrigado com aquilo, também fiz carinho em seu rosto e adormeci ali com ele.

Quando acordei o procurei com o olhar, porque aquele tinha sido o sonho mais real de todos. Fiquei assustado, mas não tinha com quem conversar. Ainda não tinha amigos aqui e na escola também não tinha ninguém de confiança para falar sobre isso.

Meus pais começaram a ficar preocupados comigo, porque eu não queria mais sair do meu quarto. Tiraram a TV e o computador do cômodo, mas o que eles não sabiam é que eu gostava mesmo era de dormir.

Comecei até a tomar suco de maracujá aos montes, tudo o que eu sabia que poderia dar sono eu comia ou tomava para que eu pudesse sonhar com meu namorado.

Houve uma vez que minha mãe chegou a me levar ao médico, mas ele disse que na adolescência era assim mesmo. Pediu alguns exames que fiz e realmente eu não tinha nenhum problema de saúde.

Dificilmente falávamos alguma coisa um com outro. Meu sonho sempre começava comigo olhando para a porta e ele em pé me olhando, eu sentava na cama ele vinha sentava também, começávamos a nos beijar, nos acariciar e dormíamos juntos. Quando eu acordava eu estava abraçado aos cobertores, travesseiro ou a qualquer outra coisa que estava comigo na cama.

No dia do meu aniversário de quinze anos, meus pais fizeram uma festa surpresa para mim. Eles queriam me sociabilizar com os filhos dos novos colegas de trabalho do meu pai e também com o pessoal da escola, já que minhas irmãs estavam bem entrosadas com o novo pessoal e quase não paravam em casa.

Foi legal, mas eu estava mesmo ansioso para ir para o meu quarto. Quando todos foram embora corri para lá, tomei um banho, troquei a roupa de cama, como se realmente fosse recebê-lo ali.

Minha ansiedade era tão grande que eu não conseguia dormir, virava de um lado para o outro e nada. Peguei meu celular e coloquei umas musicas românticas que eu tinha baixado com o volume bem baixo para ajudar-me a pegar no sono.

Depois que comecei a ouvir musica, não demorou muito e adormeci. Logo que dormi o vi entrar em meu quarto. Ele estava mais bonito, cheiroso e parecia mais feliz.

Um relacionamento gay dos sonhos – Parte 2

Eu logo levantei e fui ao seu encontro, ele me beijou ardentemente e depois me sussurrou parabéns.

Envolto em seu pescoço ele me levou andando de costas até a cama. Deitou-me sobre ela e se deitou por cima de mim, dessa vez eu sentia todo o calor do seu corpo sobre o meu.

Entre beijos ele levantou meu tronco e tirou minha camiseta, começou a beijar meu pescoço e desceu até meu peito. Começou a chupar meus mamilos e passar a língua freneticamente pelo bico dos meus peitos me causando um tesão incrível e que até então eu nunca tinha sentido.

Depois de brincar com meus dois mamilos continuou descendo e começou a brincar com a língua em meu umbigo. Senti uma cócega esquisita, um prazer inenarrável. Tive vontade gritar, mas mordi o cobertor que estava ao meu lado.

Ele tirou minha calça e minha cueca e viu meu pênis pulsar no ar com um fio de baba que já saia. Ele olhou em meus olhos e foi baixando a cabeça até abocanhar meu pênis. Eu gemia tampando o rosto com o travesseiro para que ninguém na casa ouvisse.

Não sei quanto tempo ele ficou ali chupando meu pênis e lambendo meu saco. Depois ele levantou minhas pernas e começou a lamber meu ânus. Lambia e brincava com os dedos no orifício e eu já estava para explodir.

Pedi para que ele parasse, levantei ajudei-o a tirar a roupa dele e comecei a chupar seu pênis com a gula de uma pessoa que não come há dias e encontra um delicioso e cheiroso prato de comida.

O chupei, lambi seu saco e depois me deitei novamente na cama. Ele veio por cima de mim, ficamos nos beijando e com uma das mãos o senti colocar seu pênis na entrada do meu ânus.

Temi a dor, mas ele foi tão cuidadoso que logo o senti todo dentro de mim. Continuamos nos beijando e ele foi aumentando as estocadas. Depois ele levantou o tronco para que pudesse socar mais profundo.

Senti um prazer tão grande e vi a respiração dele ficar ofegante. Percebi que ele estava perto do orgasmo e me masturbei e gozamos juntos.

Quando estávamos ali gozando, acordei com meu pai batendo na porta perguntando se eu estava bem.

Respondi que sim, mas minha respiração estava ofegante, eu suava, estava sem roupa e a cama toda melada por uma grande quantidade de gozo que eu nunca tinha gozado em minhas masturbações.

Quando meu pai voltou a deitar, comecei a rir baixinho. Não conseguia acreditar que tudo aquilo tinha sido só sonho. Ainda mais pelo estado que estava meu quarto.

No outro dia, limpei todo o quarto e eu mesmo lavei minhas roupas e a roupa de cama. Não conseguia olhar para minha família. Estava com vergonha de todos.

Como era sábado, meu pai estava em casa e depois do almoço ele me chamou para conversar comigo em particular. Perguntou o que tinha acontecido e eu disse que não sabia, que tinha tido um sonho erótico e acordei com ele me chamando.

Ele me explicou que era normal na minha idade. Se eu tivesse alguma dúvida eu poderia conversar abertamente com ele e que eu só tomasse cuidado para minhas irmãs não ouvirem minhas diversões solitárias.

Depois desse dia eu mesmo fiquei responsável pela limpeza do meu quarto e por lavar minhas roupas, até mesmo porque duas ou três vezes por semana eu acordava naquela situação.

As nossas relações eram muito intensas, variávamos muito. No dia que completei dezoito anos foi a primeira vez que ele me deixou possuí-lo. Foi uma experiência maravilhosa também e, a partir daí, sempre nos possuímos muito intensamente.

Ao completar o ensino médio, entrei para a faculdade de ciências da computação.  Após quase três semanas de aula quase tive um infarto em um dia que estávamos no final da primeira aula e a porta se abriu, quando olhei em sua direção ele estava entrando na sala.

Um relacionamento gay dos sonhos – Parte 3

Comecei a tremer, não estava dormindo, não era meu quarto. Pensei que era hora de procurar um psicólogo.

Óbvio que não consegui me concentrar. Na hora do intervalo fiquei na sala. Não estava em condições de me levantar. Quando a sala ficou mais vazia eu fingi que estava lendo alguma coisa a fim de passar despercebido, mas logo percebi que alguém se aproximava.

Meu coração disparou mais uma vez e a pessoa sentou à minha frente. Levantei o olhar e para meu desespero ele me encarava com aquele mesmo sorriso lindo.

Não consegui falar nada. Ele vendo meu estado de pânico me disse:


– Diferente de outras situações acho que realmente já nos conhecemos.
– Tam… Também acho.
– Não seria melhor irmos conversar na praça de alimentação?
– Pode ser.

Pegamos nossas coisas e descemos.

– Apesar de te conhecer a tanto tempo, não sei seu nome.
– Thiago. Você nunca me deixou te perguntar nada.
– O meu é Gustavo. Você tem alguma explicação para tudo o que aconteceu?
– Não tenho a menor ideia.

Ficamos conversando até o final das aulas. Descobri que Gustavo morava naquela casa e dormia naquele quarto.

Ele foi com os pais para o sul do MS contra sua vontade, mas conseguiu voltar para SP para fazer a faculdade.

Depois que nos conhecemos nunca mais sonhamos um com o outro.

Assumi para minha família que era gay e fomos morar juntos.

Até hoje não entendemos como tudo começou, mas o mais importante foi que isso nos uniu e somos muito felizes.

*Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.

**Imagem meramente ilustrativa.

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